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Jonathan Travis explica o que coleciona e por que faz

Jonathan Travis, corretor e colecionador, impulsiona a migração de galerias para Tribeca, priorizando decisões rápidas ao ver obras ao vivo e coordenando a residência Wolf Hill

Jonathan Travis Photo: Arno Baetz
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  • Jonathan Travis, sócio da Redwood Property Group, foi peça-chave na migração de galerias de Chelsea para Tribeca e já ajudou cerca de quarenta galerias a se estabelecerem por lá; muitas abrirão na Tribeca Gallery Night em quinze de maio.
  • Em dois mil e vinte e um, ele e o amigo Ethan Rafii fundaram a Wolf Hill, residência de artistas em Chappaqua, que funciona em uma casa de campo que também exibe as próprias colecções.
  • Sobre o modo de colecionar, ele diz ter comprado a primeira obra, uma pintura em papel de Nicole Eisenman, em um leilão beneficente; a aquisição mais recente foi uma obra do artista japonês Masanori Tomita, e as decisões são mais rápidas ao ver a peça pessoalmente.
  • O arrependimento declarado foi não ter comprado de Louis Fratino ainda no início da carreira, quando a obra ficou de fora.
  • Entre desejos e preferências, ele gostaria de possuir The Calling of St Matthew, de Caravaggio, e também está curioso para ver a mostra de Dalí em Di Donna; prefere evitar o papo fiado típico de feiras de arte e indica Shukette e Mercado Little Spain como bons lugares para comer perto de Chelsea.

Jonathan Travis, corretor e colecionador de arte, atua como sócio da Redwood Property Group. Desde 2013, enviou cerca de 40 galerias para Tribeca e abriu espaços equivalentes em Manhattan para outras ~20. Em 15 de maio, muitas galerias participarão da Tribeca Gallery Night, com horários estendidos.

Além de seu trabalho no mercado, ele cofundou a Wolf Hill em 2021, um programa de residência de artistas em Chappaqua, Nova York. A casa proprietária também abriga acervos próprios com obras de diversos artistas.

Trajetória e prática de compra

Sua primeira aquisição foi uma obra em papel de Nicole Eisenman, comprada em leilão beneficente Paddle8, há cerca de 10 anos. A compra mais recente foi uma pintura do artista japonês Masanori Tomita. A decisão de compra varia conforme a obra pode ser vista ao vivo.

Quando a obra é apreciada pessoalmente, o veredito costuma ser rápido, com reações guturais fortes. Caso contrário, a avaliação envolve estudo do percurso do artista e de sua produção.

Perfil de acervo e preferências

Travis lamenta não ter adquirido cedo uma obra de Louis Fratino, que acabou tornando-se difícil de encontrar. Sonha com uma peça de Caravaggio, The Calling of St Matthew, para possuir um exemplar de referência mundial.

O colecionador está animado com a agenda de 2024 de novas peças em feiras e leilões de Nova York. Ele menciona interesse especial pela mostra de Dalí no Di Donna e pela performance das jovens artes nas próximas leilões de maio.

Preferências geográficas e gastronômicas

Entre seus destinos favoritos de alimentação próxima a Chelsea e Hudson Yards, destaca o Shukette para jantar, Mercado Little Spain para refeições rápidas, com destaque para o Txuleburger, e um drinque no Hotel Chelsea como opção.

Observa que as feiras de arte costumam exigir conversas rápidas e forçadas, o que considera o aspecto menos agradável do formato. Para Travis, a prioridade permanece a apreciação direta de obras.

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