Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Sistema de alertas do Rubin Observatory envia 800 mil pings na primeira noite

Sistema de alertas do Rubin Observatory envia 800 mil avisos na primeira noite, com milhões esperados por noite, acelerando a triagem de asteroides, supernovas e buracos negros

Image from the Vera C. Rubin Observatory showing countless galaxies.
0:00
Carregando...
0:00
  • O sistema automatizado de alertas do Rubin Observatory ficou online e enviou cerca de 800 mil avisos na primeira noite de funcionamento público, sobre asteroides, supernovas e buracos negros.
  • A observação acontece com a câmera Legacy Survey of Space and Time (LSST), do tamanho de um carro, que já capturou imagens desde junho do ano passado.
  • Por noite, a câmera registra cerca de mil imagens e as compara com uma imagem de referência; diferenças são sinalizadas e passam por um algoritmo para identificar eventos.
  • O objetivo é enviar alertas em minutos após a detecção, permitindo que pesquisadores estudem rapidamente eventos celestes momentâneos.
  • Os alertas podem ser filtrados por tipo de evento, brilho ou quantidade de ocorrências em um período, para evitar sobrecarga de notificações.

O Rubin Observatory ativou seu sistema de alertas automatizado na terça-feira, 24 de fevereiro, tornando público o envio de notificações sobre eventos no céu. Na primeira noite, foram gerados cerca de 800 mil alertas sobre asteroides, supernovas e buracos negros. O objetivo é acelerar a identificação de fenômenos celestes.

A câmera LSST, do tamanho de um carro, é o coração do observatório. Ela captura cerca de 1.000 imagens por noite e as compara com uma imagem de referência que data do início das operações. Diferenças são sinalizadas automaticamente para análise.

Um algoritmo consegue distinguir entre supernovas emergentes e asteroides em aproximação, enviando os alertas para interessados em poucos minutos. Assim, cientistas podem direcionar pesquisas a eventos de curto prazo.

Os alertas podem ser filtrados por tipo de evento, brilho ou contagem de ocorrências em um intervalo. Esse filtro ajuda a evitar sobrecarga de notificações conforme o volume de descobertas cresce.

As primeiras imagens do LSST foram divulgadas em junho do ano passado. O sistema de alertas foi concebido para ampliar a velocidade da ciência, oferecendo informações quase em tempo real.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais