- A temperatura média anual da China atingiu 10,9 °C em 2025, a mais alta desde o início dos registros em 1961, segundo a Administração Nacional de Meteorologia.
- 2025 teve o maior número de dias com temperaturas altas já registrados (definidos como 35 °C ou mais). A média de 10,9 °C empatou com 2024 como a mais alta.
- Do fim de junho ao início de setembro, houve períodos de calor persistente em regiões centrais e orientais do país; a precipitação ficou 4,5% acima do normal.
- A quantidade e a duração de chuvas foram as mais altas já registradas no norte da China.
- As chuvas de outono no oeste da China foram as mais intensas já observadas.
A China registrou em 2025 a temperatura média anual nacional de 10,9°C, atingindo um recorde pela segunda vez. O dado, apresentado pela Administração Meteorológica Nacional, chegou durante o boletim climático de 2025 divulgado numa coletiva de imprensa.
O anúncio aponta que 2025 ficou marcado pelo maior número de dias de altas temperaturas já observados no país, definidas como dias iguais ou superiores a 35°C. A cifra iguala-se ao recorde de 2024.
De acordo com o boletim, a temperatura média anual tem aumentado nas últimas décadas, e 2025 foi o ano mais quente desde o início dos registros nacionais em 1961. Eventos de calor extremo seguem acompanhados de chuvas intensas, elevando riscos de enchentes e desastres naturais.
Períodos de calor intenso e padrões de precipitação
Entre o fim de junho e o início de setembro, houve elevação contínua das temperaturas na China central e oriental, com precipitação média 4,5% acima da normal. Esses padrões contribuíram para a percepção de verões mais longos.
Quanto às chuvas, a administração ressaltou que a quantidade e a duração das chuvas foram as maiores já registradas no norte do país, enquanto as chuvas de outono no oeste foram as mais severas de que se tem registro.
Implicações observadas
O relatório enfatiza que as mudanças climáticas associadas ao calor extremo e à variabilidade de chuvas aumentam riscos de enchentes, deslizamentos e danos à agricultura. Os dados ressaltam a necessidade de estratégias de adaptação e mitigação.
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