- Forças dos EUA conduziram invasão na Venezuela, com 150 aeronaves que partiram de 20 bases militares, na noite de sexta-feira para sábado.
- A operação, denominada “Operação Resolução Absoluta”, utilizou bombardeiros, caças e plataformas de inteligência e vigilância, com milhares de horas de voo.
- Maduro e a esposa teriam se entregue e sido detidos pelo Departamento de Justiça, com apoio das Forças Armadas dos EUA; ambos estão custodiados em navio da Marinha em deslocamento para Nova York, sem informações de mortes americanas.
- As forças especiais chegaram ao complexo onde Maduro estava, em Caracas, às 2h01, e houve engajamento em legítima defesa segundo o relato; não fica claro se a apreensão ocorreu no Palácio Miraflores.
- O secretário de Defesa destacou o poderio militar dos EUA; Trump afirmou que os EUA assumiriam a Venezuela por algum tempo para uma transição segura, mantendo as tropas na região em prontidão.
O Departamento de Defesa dos EUA informou que uma operação militar ocorreu na noite de sexta para sábado, envolvendo 150 aeronaves de 20 bases. A ação resultou na captura de Nicolás Maduro, então presidente da Venezuela, e de sua esposa, Cília Flores, segundo o relato oficial. Ambos estariam sob custódia em um navio da Marinha norte-americana e seriam deslocados para Nova York.
Segundo o general Daniel Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, a operação recebeu a ordem do presidente às 22h46, durante a noite. O general afirmou que as aeronaves decolaram de diversas bases no continente, terrestre e marítimo, totalizando mais de 150 aparelhos de bombardeio, caça e apoio, em uma missão descrita como de alta complexidade.
A missão, denominada Operação Resolução Absoluta, foi planejada ao longo de meses com base em lições de operações anteriores. As agências de inteligência, como CIA e NSA, teriam mapeado deslocamentos de Maduro, incluindo residência, rotas e hábitos, para orientar a ação.
De acordo com o relato, as forças especiais teriam chegado ao centro de Caracas às 2h01 no horário local. Houve troca de fogo na área-alvo, mas as unidades de captura teriam respondido em legítima defesa, com Maduro e Flores se entregando sem resistência, segundo autoridades norte-americanas.
O comunicado descreve que uma aeronave norte-americana foi atingida, mas permaneceu operável, e todas as aeronaves teriam retornado em segurança. A captura seria conduzida com apoio de inteligência aérea e terrestre, sem perdas de vidas entre os militares dos EUA.
O secretário de Defesa, Peter Hegseth, ressaltou o poderio e a coordenação das forças, afirmando que a operação demonstrou sofisticação tática e letalidade. O texto enfatiza a prontidão das forças naquela região para eventuais ações futuras.
Trump teria reforçado a narrativa de uma eventual transição de poder na Venezuela, mencionando a intenção de governar o país temporariamente até uma transição estável, segundo relatos. Não há confirmação de participação de outras lideranças além das já citadas.
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