- O exército nigeriano pediu a civis que não peguem nem mexam em munições não detonadas encontradas em áreas atingidas por ataques aéreos apoiados pelos EUA no noroeste do país.
- As ações teriam ocorrido em campos ligados ao Estado Islâmico em Sokoto, com 16 munições guiadas por GPS lançadas por drones MQ‑9 Reaper no dia vinte e cinco de dezembro.
- Unidades especiais de munição foram designadas para recuperar detritos e demais restos dos ataques de janeiro.
- O major-general Michael Onoja afirmou que não se espera que civis peguem materiais perigosos e pediu que retornem qualquer material que possa oferecer risco.
O Exército da Nigéria pediu que civis não pegassem nem mexessem em material de guerra encontrado em áreas atacadas por operações apoiadas pelos EUA no noroeste do país. Os locais em Sokoto foram visitados por moradores após os bombardeios.
As operações ocorreram em 25 de dezembro, quando 16 munições guiadas por GPS, disparadas por drones MQ‑9 Reaper, atingiram acampamentos ligados ao Estado Islâmico em Sokoto. A ação foi solicitada pelo governo nigeriano.
O governo comunicou que munições não detonadas continuam perigosas, e que unidades especializadas de ordnança foram designadas para recuperar detritos dos ataques. Major General Michael Onoja confirmou o posicionamento das equipes.
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