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Brasil, Rússia e China condenam ataques à Venezuela; Milei celebra

Reações globais divergem após ataque dos EUA que capturou Maduro; Rússia, China e ONU condenam, Milei celebra, Brasil pede moderação

"A liberdade avança", escreveu Milei após captura do Presidente da Venezuela Nicolás Maduro pelos EUA
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  • EUA realizaram ataque em larga escala à Venezuela e capturaram Nicolás Maduro; o presidente Donald Trump anunciou a operação.
  • Reações internacionais foram diversas: Rússia, China e ONU condenaram; Milei celebrou; outros países pediram moderação e solução pacífica.
  • Brasil classificou a ação como violação de soberania e pediu resposta da ONU; Rússia alertou sobre riscos de escalada e defendeu diálogo; China acusou violação do direito internacional.
  • México, Chile, Colômbia e Uruguai expressaram preocupação ou condenação à intervenção e defenderam respeito ao direito internacional.
  • Países europeus acompanham com cautela e destacam a necessidade de transição pacífica, com governos como Espanha e França pedindo desescalada e soluções diplomáticas.

O governo dos Estados Unidos informou na manhã de sábado que realizou um ataque em grande escala contra a Venezuela, culminando na captura de Nicolás Maduro. A operação foi anunciada pelo presidente Donald Trump, após meses de tensão por acusações de tráfico de drogas e questionamentos sobre a legitimidade eleitoral do regime venezuelano.

A ofensiva provocou reações globais rápidas, com numerosos governos pedindo moderação e respeito ao direito internacional. O Brasil criticou a violação de soberania, enquanto aliados regionais avaliavam as consequências para a região. Organizações internacionais também manifestaram preocupação.

Reações internacionais

O Brasil afirmou que a ação representa uma violação da soberania venezuelana e pode abrir precedente perigoso para a região, cobrando atuação da ONU. A Rússia rotineiramente classificou o ataque como agressão armada e pediu contenção, além de defender diálogo para evitar nova escalada.

A China condenou a utilização da força contra um país soberano, dizendo haver violação do direito internacional e da Carta da ONU, e prometeu acompanhar o desdobramento com atenção. O secretário-geral da ONU ressaltou que as regras do direito internacional não foram observadas.

O Irã condenou o ataque e pediu que o Conselho de Segurança intervenha para interromper a agressão. Em contraponto, Milei celebrou a intervenção, enquanto Noboa, do Equador, afirmou que o regime venezuelano está sob pressão e que o tempo para mudanças chegou.

Repercussões na América Latina

Diversos países da região manifestaram preocupação com o desrespeito à ordem internacional e com o risco de aumento de tensões. México e Chile defenderam a necessidade de diálogo, enquanto Colômbia e Uruguai criticaram ações unilaterais que possam colocar civis em risco.

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