- Explosões foram ouvidas em Caracas, com a primeira por volta de 1h50; parte da cidade ficou sem energia elétrica.
- o presidente Nicolás Maduro decretou estado de emergência nacional e ordenou a mobilização das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) e a implementação de planos de defesa.
- o governo venezuelano acusa os Estados Unidos de ataque militar contra Caracas e os estados Miranda, Aragua e La Guaira, convocando forças sociais e políticas a se mobilizarem.
- reação internacional: o governo colombiano pediu contenção e rejeição a ações militares; o governo cubano chamou o ataque de criminoso e pediu resposta da comunidade internacional; a Venezuela buscará condenação junto a organismos da ONU.
- relatos de helicópteros e fumaça foram registrados; a CNN descreveu janelas que tremeram e o som de aeronaves durante o episódio.
Explosões foram ouvidas em Caracas, capital da Venezuela, durante a madrugada deste sábado. O governo afirmou ter ocorrido uma grave agressão militar e decretou estado de emergência nacional.
Testemunhas citadas pela Reuters relataram helicópteros sobre a cidade, ausência de energia em áreas e presença de fumaça. A primeira explosão ocorreu por volta de 1h50 no horário local.
O Palácio de Miraflores divulgou comunicado em que acusa os Estados Unidos de ataque a Caracas e a estados vizinhos. Maduro ordenou a mobilização das Forças Armadas e de defesa nacional.
O governo venezuelano informou que apresentará queixas ao Conselho de Segurança da ONU e ao Secretário-Geral, buscando condenação internacional. O episódio provocou reações de vizinhos e críticas ao uso de força.
Resposta internacional
O presidente colombiano Gustavo Petro manifestou preocupação e chamou as partes ao diálogo, ressaltando evitar ações que agravem o conflito. Cuba também condenou o que chamou de ataque criminoso.
Contexto regional
Tensões entre Venezuela e EUA têm envolvido sanções, acusações de apoio a atividades ilícitas e disputas políticas, com impactos sobre a estabilidade regional e mobilizações oficiais no país. Presidentes de outros países monitoram a situação.
*(Com informações da Reuters)*
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