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Vice-presidente da Venezuela exige dos EUA prova de vida de Maduro

Delcy Rodríguez exige provas de vida de Maduro e da primeira-dama após ataques dos EUA; defesa nacional é acionada e milícias são mobilizadas

Presidente venezuelano Nicolás Maduro em Caracas 28/1/2019 Divulgação via REUTERS
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  • A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que os Estados Unidos bombardearam Caracas e os estados de Aragua, Miranda e La Guaira, deixando civis mortos.
  • Maduro já havia alertado a população sobre um possível ataque dessa natureza.
  • A defesa nacional foi acionada e as Forças Armadas Nacionais Bolivarianas, milícias e órgãos de segurança recebidos para defender a pátria.
  • Rodríguez pediu provas de vida do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, cujo paradeiro é desconhecido após os ataques.
  • O governo denuncia intervenção externa e reforça a defesa cívico-militar, mantendo tom de resistência e defesa da soberania.

Delcy Rodríguez, vice-presidente da Venezuela, pediu provas de vida de Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores, cujo paradeiro ficou desconhecido após os ataques dos EUA. Ela e o governo afirmam que civis morreram nos bombardeios.

Rodríguez afirmou que os ataques atingiram Caracas e os estados de Aragua, Miranda e La Guaira. Segundo ela, o presidente já havia alertado a população sobre o risco de agressões que atingiriam civis.

O governo informou que acionou a defesa nacional e mobilizou milícias, reunindo forças civis e ligadas à segurança para defender o país. A atuação envolve integração entre órgãos de segurança, polícia e forças armadas.

A vice-presidente declarou que ninguém violará o legado de Simón Bolívar nem a independência da Venezuela, enfatizando a resistência a intervenções externas e a defesa da soberania nacional. A gestão venezuelana classifica as ações internacionais como tentativas de mudança de regime.

Reação e desdobramentos

Organizações como REDH e a Coalizão Resposta condenaram o que classificam como violação da paz e criminalizam a atuação internacional, pedindo solidariedade global e mobilização contra a chamada guerra colonial pelo petróleo venezuelano.

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