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Conflito na Ucrânia: quase 2 milhões de baixas, Rússia com maior parte

Estudo aponta quase dois milhões de baixas militares na guerra russo-ucraniana; ataque com drone mata cinco no leste e Polônia pressiona Musk sobre Starlink

The Center for Strategic and International Studies estimates Russian forces have suffered 325,000 killed of an estimated total 1.2 million casualties since invading Ukraine nearly four years ago.
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  • Um estudo do Center for Strategic and International Studies aponta quase duas milhões de baixas militares entre Rússia e Ucrânia desde o início do conflito, com a Rússia respondendo pela maior parte (até trezentos e vinte e cinco mil mortos). As baixas ucranianas variam entre quinhentas mil e seiscentas mil, entre fevereiro de dois mil e vinte e dois e dezembro de dois mil e vinte e cinco, sendo entre cem mil e cento e quarenta mil os mortos. O total pode chegar a dois milhões até a primavera de dois mil e vinte e seis; civis verificados somam perto de quinze mil, com maior número possivelmente ainda não registrado.
  • O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse à NBC, em fevereiro de dois mil e vinte e cinco, que quase quarenta e seis mil soldados ucranianos morreram desde dois mil e vinte e dois, com muitos desaparecidos ou presos; autoridades russas não costumam divulgar números oficiais, o último tally divulgado em setembro de dois mil e vinte e dois foi de cinco mil novecentos e trinta e sete, segundo a agência Afp.
  • Um ataque de drone russo a um trem de passageiros no nordeste da Ucrânia deixou cinco mortos. O trem transportava mais de duzentos passageiros, incluindo dezoito na composição atingida; Zelensky chamou o ataque de terrorismo e afirmou que ele prejudica negociações em curso.
  • O ataque de drones e mísseis russos deixou dez mortos no país e dezenas de feridos, incluindo duas crianças e uma mulher grávida. Em Odesa, três pessoas morreram e trinta e dois ficaram feridas; houve danos a uma usina de energia e cerca de setecentos e dez mil moradores de Kiev ficaram sem energia e aquecimento.
  • O ministro de Relações Exteriores da Polônia pediu a Elon Musk que corte o acesso da Rússia ao Starlink, após a avaliação de que o sistema seria utilizado para guiar ataques de drones. Musk negou, em dois mil e vinte e quatro, que terminais do Starlink tenham sido vendidos à Rússia; autoridades de inteligência ucranianas dizem que a Rússia conseguiu terminais por meio de terceiros.

O conflito na Ucrânia continua a registrar perdas humanas elevadas. Um estudo do Center for Strategic and International Studies aponta quase 2 milhões de baixas militares combinadas entre russos e ucranianos até hoje, incluindo mortos, feridos e desaparecidos. A Rússia lidera as fatalidades, com estimativas de até 325 mil mortos. As forças ucranianas somam entre 500 mil e 600 mil baixas desde fevereiro de 2022.

Segundo o levantamento, as baixas totais podem chegar a 1,8 milhão e atingir dois milhões até a primavera de 2026, caso o ritmo atual persista. Monitoramento das Nações Unidas aponta quase 15 mil mortes civis verificadas desde 2022, com a possibilidade de o total real ser superior.

A violência recente ganhou contorno com o lançamento de ataques russos envolvendo drones e mísseis. Um drone destruiu um trem de passageiros no nordeste da Ucrânia, matando cinco pessoas perto de uma vila na região de Kharkiv. A locomotiva levava mais de 200 passageiros, incluindo 18 em um dos vagões.

Conforme relatos oficiais, o ataque foi condenado como terrorismo. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, afirmou que o trem transportava civis e que o episódio prejudica as tentativas de diplomacia e o apoio internacional à Ucrânia.

O estreito mosaico de ataques também deixou dez mortos em todo o país, com dezenas de feridos. Em Odesa, um ataque de drone atingiu uma instalação de energia, causando danos significativos. A energia fornecida a Kiev foi reduzida, com cerca de 710 mil residentes sem eletricidade e aquecimento após os ataques.

Além disso, incidentes ocorreram nas regiões de Donetsk, Zaporizhzhia e Kherson, agravando a crise humanitária. O governo ucraniano informa que as condições de inverno aumentam o risco para a população, especialmente nos sistemas de energia.

Polônia pressiona Elon Musk a interromper o acesso da Rússia ao serviço Starlink. O ministro das Relações Exteriores polonês pediu a suspensão após a conclusão de que a Rússia utiliza as antenas para guiar ataques com drones. Musk negou em 2024 que Terminais Starlink tenham sido vendidos à Rússia.

Segundo analistas, a Ucrânia já depende de fontes de comunicação estáveis para coordenar defesa e assistência internacional. A tensão entre privacidade, segurança e capacidades tecnológicas continua a moldar o cenário do conflito. Fontes oficiais e institucionais internacionais permanecem em comunicação constante sobre desdobramentos.

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