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Participa da missão para salvar a árvore mais rara do Reino Unido

Propagação de estacas do salgueiro preto busca salvar a espécie rara das planícies alagadas britânicas, com mudas plantadas em Swindon para recompor o habitat

Jake Chandler propagated dozens of black poplar trees from cuttings
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  • Cortes de bétulas negras, a árvore nativa mais rara do país, foram levados para Wiltshire como parte de um esforço de preservação.
  • Acredita-se que existam menos de sete mil exemplares da espécie em as áreas de planície de cheias britânicas.
  • O vereador de Swindon, Jake Chandler, multiplicou dezenas de estacas retiradas de uma árvore em Dorset e está plantando-as na região de St Andrews, na cidade.
  • Conservacionistas dizem que proteger essa árvore é crucial para insetos, aves, mamíferos e para evitar a perda cultural associada a ela.
  • O paradeiro exato das mudas não foi divulgado para evitar vandalismo; a ideia é plantar as árvores em toda a paróquia de St Andrews.

Cuttings da árvore nativa mais rara do país chegam a Wiltshire em uma ação de preservação. Ramificações de poplars negros são enviadas para o distrito de Swindon, para reintrodução na área de St Andrews. O objetivo é evitar a extinção dessa espécie.

O número de poplars negros na Grã-Bretanha é estimado em menos de 7 mil. A iniciativa envolve multiplicar mudas a partir de uma árvore em Dorset e plantá-las na região de Swindon. A ação busca recuperar áreas de floresta nativa.

O responsável pelo projeto, o vereador de Swindon Jake Chandler, ressalta a importância de proteger a espécie para insetos, aves e mamíferos. Também destaca a perda cultural associada à extinção de uma árvore tão histórica para o país.

Chandler descobriu que não havia árvores da espécie no norte de Swindon e iniciou a propagação com a expectativa de ampliar o plantio no distrito de St Andrews. A meta é espalhar as mudas em várias áreas locais, sem indicar locais específicos para evitar vandalismo.

Conservação e contexto

Conservacionistas explicam que os poplars negros prosperaram nos pântanos medievais, mas foram dizimados pela expansão agrícola e pela purificação de rios para evitar inundações. A espécie é considerada parte de um mosaico de paisagens perdidas.

Especialistas afirmam que a recuperação dessas árvores ajuda a reconectar rios aos planaltos de inundação e a reconstruir ecossistemas que foram degradados ao longo dos séculos. A iniciativa integra ações de conservação com o restauro de habitats.

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