- Um estudo de Devin Edmonds, herpetologista da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, mapeou o comércio de anfíbios não nativos vendidos nos Estados Unidos, publicado na Biological Conservation.
- A maior parte das transações ocorre online, por meio de anúncios classificados, envolvendo uma grande variedade de espécies, muitas delas não nativas.
- Os pesquisadores apontam que o comércio online provavelmente depende de importações ilegais e de criação em cativeiro.
- Existem lacunas na regulamentação e na fiscalização que podem ser exploradas por traficantes, dificultando o monitoramento.
- A pesquisa defende maior regulação, aplicação da lei e maior conscientização do público sobre a origem dos animais.
O estudo, publicado na Biological Conservation, mapeou o comércio de anfíbios não nativos vendidos nos EUA com base em anúncios online. O trabalho foi conduzido por Devin Edmonds, herpetologista da University of Illinois Urbana-Champaign, e equipe.
Analisando milhares de anúncios, os pesquisadores constatam que grande parte do comércio ocorre pela internet e envolve diversas espécies. Muitas não são nativas dos EUA, indicando importações ilegais e criação em cativeiro.
O objetivo é entender lacunas regulatórias e de fiscalização que podem facilitar atividades ilegais. Os autores alertam para dificuldades de monitoramento em plataformas digitais e riscos para ecossistemas nativos.
Implicações para a conservação
Os resultados sugerem necessidade de regulação mais eficaz e de fiscalização melhor coordenada entre autoridades, pesquisadores e público. A conscientização do consumidor também é destacada como ferramenta de prevenção.
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