- Deputado Guilherme Cortez protocolou uma representação no Ministério Público de Contas de São Paulo para apurar irregularidades na contratação e distribuição de material didático da rede estadual.
- O material, destinado ao segundo ano do ensino médio, continha erro histórico ao afirmar que a Segunda Guerra Mundial ocorreu na década de 1950.
- O governo de São Paulo gastou cerca de R$ 28,9 milhões na produção das apostilas.
- A denúncia solicita investigação dos procedimentos da Secretaria da Educação, incluindo controle de qualidade e fiscalização da execução contratual.
- Cortez pede a abertura de procedimentos pelo MP de Contas para acompanhar as despesas e responsabilizar agentes públicos e empresas envolvidas; o Executivo reconheceu o erro e informou medidas de correção.
O deputado estadual Guilherme Cortez (PSOL) protocolou, nesta quinta-feira, 5, uma representação no Ministério Público de Contas de São Paulo para investigar possíveis irregularidades na contratação e distribuição de material didático da rede estadual. As apostilas continham erro histórico em capítulo sobre a Segunda Guerra Mundial.
A denúncia surgiu após alunos denunciarem o equívoco nas redes sociais. O material afirmava, de forma incorreta, que a Segunda Guerra ocorreu na década de 1950, quando, de fato, ocorreu entre 1939 e 1945. A reportagem não entra em detalhes sobre a autoria do erro.
Segundo Cortez, o governo estadual gastou cerca de 28,9 milhões de reais na produção dessas apostilas, destinadas ao segundo ano do ensino médio. O deputado cobra apuração dos procedimentos administrativos da Secretaria da Educação, incluindo controle de qualidade e fiscalização contratual.
O parlamentar afirma que o ajuste no conteúdo não afasta a necessidade de verificar a regularidade do gasto público. Ele solicita a abertura de procedimentos pelo MP de Contas para acompanhar as despesas e responsabilizar agentes públicos e empresas envolvidas, se houver irregularidades.
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