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Deputado aciona o MP após erro de História em apostilas de R$ 29 milhões em SP

Deputado acionou o Ministério Público de Contas para apurar gasto de 28,9 milhões com apostilas de História na rede estadual de São Paulo, após erro sobre a Segunda Guerra

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o secretário de educação, Renato Feder. Créditos: Flávio Florido/EducaçãoSP
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  • Deputado Guilherme Cortez protocolou uma representação no Ministério Público de Contas de São Paulo para apurar irregularidades na contratação e distribuição de material didático da rede estadual.
  • O material, destinado ao segundo ano do ensino médio, continha erro histórico ao afirmar que a Segunda Guerra Mundial ocorreu na década de 1950.
  • O governo de São Paulo gastou cerca de R$ 28,9 milhões na produção das apostilas.
  • A denúncia solicita investigação dos procedimentos da Secretaria da Educação, incluindo controle de qualidade e fiscalização da execução contratual.
  • Cortez pede a abertura de procedimentos pelo MP de Contas para acompanhar as despesas e responsabilizar agentes públicos e empresas envolvidas; o Executivo reconheceu o erro e informou medidas de correção.

O deputado estadual Guilherme Cortez (PSOL) protocolou, nesta quinta-feira, 5, uma representação no Ministério Público de Contas de São Paulo para investigar possíveis irregularidades na contratação e distribuição de material didático da rede estadual. As apostilas continham erro histórico em capítulo sobre a Segunda Guerra Mundial.

A denúncia surgiu após alunos denunciarem o equívoco nas redes sociais. O material afirmava, de forma incorreta, que a Segunda Guerra ocorreu na década de 1950, quando, de fato, ocorreu entre 1939 e 1945. A reportagem não entra em detalhes sobre a autoria do erro.

Segundo Cortez, o governo estadual gastou cerca de 28,9 milhões de reais na produção dessas apostilas, destinadas ao segundo ano do ensino médio. O deputado cobra apuração dos procedimentos administrativos da Secretaria da Educação, incluindo controle de qualidade e fiscalização contratual.

O parlamentar afirma que o ajuste no conteúdo não afasta a necessidade de verificar a regularidade do gasto público. Ele solicita a abertura de procedimentos pelo MP de Contas para acompanhar as despesas e responsabilizar agentes públicos e empresas envolvidas, se houver irregularidades.

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