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Vica Brenner diz que mensagens pornográficas a motivaram a expor assediadores

Vica Brenner afirma que mensagens pornográficas a motivaram a expor os assediadores e destaca dificuldades para identificar agressores online

Após denunciar assédio, Vica Brenner diz que mensagens ‘pornográficas’ motivaram exposição pública: 'Se sentem livres na internet' — Foto: Reprodução/Instagram
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  • Vica Brenner, de 25 anos, afirmou à Quem que mensagens pornográficas foram o motivo para expor publicamente os agressores nas redes.
  • Ela já havia denunciado, no dia 9, mensagens de cunho sexual que recebe, destacando o teor pornográfico como o que a incomodava mais.
  • A publicitária criticou a naturalização do assédio e afirmou que muitos homens se sentem no direito de violar a privacidade alheia nas redes.
  • Ela descreveu exemplos de mensagens, incluindo pedidos explícitos, como “eu quero te comer” e “o seu c*, arregaçado”, ressaltando que isso é visto por alguns como elogio.
  • A modelo relatou dificuldades para processar os agressores, pois muitos usam contas falsas ou dados ausentes, dificultando a identificação durante denúncias.

Vica Brenner, 25, filha do ex-ator Gerson Brenner, revelou em entrevista à Quem que mensagens de cunho sexual, em especial conteúdo pornográfico, a levaram a expor publicamente os agressores nas redes. A denúncia pública foi feita no dia 9 de janeiro, situação ocorrida no Brasil, com a motivação de frear a normalização do assédio online.

A influenciadora e publicitária detalha que o volume de mensagens problemáticas dificultou o manejo do caso. Ela descreve uma prática recorrente de naturalização do assédio por parte de quem envia as mensagens, que chegam a violar a privacidade em ambiente digital.

A entrevista também aborda dificuldades legais enfrentadas para processar os agressores. Segundo Vica, há obstáculos relacionados à identificação dos responsáveis, já que muitos utilizam contas fakes ou dados ausentes. Ela afirma que a ausência de dados genéricos pode dificultar a denúncia formal.

Entre os pontos discutidos, Vica reforça que o problema não está ligado ao corpo ou à roupa, mas à sensação de impunidade sentida pelos agressors na internet. Ela critica a cultura machista que incentiva o assédio e ressalta a necessidade de respostas legais mais eficazes para coibir esse comportamento.

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