- A Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) condenou o desfile do G.R.E.S. Acadêmicos de Niterói no Carnaval do Rio de Janeiro, realizado na Marquês de Sapucaí na noite de domingo, 18 de fevereiro.
- A entidade afirma que a apresentação retratou famílias cristãs como “latas de conserva” e associou-as a comportamentos imorais, desrespeitando valores religiosos.
- AANJURE sustenta que o desfile violou princípios constitucionais de liberdade religiosa e de expressão, além de promover preconceito e intolerância religiosa.
- A ANAJURE informou que acionará o Ministério Público e o Poder Judiciário para responsabilizar os responsáveis e tomar providências cabíveis.
- O presidente da associação, Dr. João Silva, afirmou que não se pode permitir que a liberdade de expressão promova ódio e que as famílias cristãs merecem respeito e dignidade; a escola ainda não se manifestou.
A Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) informou nesta segunda-feira (19) que vai tomar medidas judiciais após o desfile do G.R.E.S. Acadêmicos de Niterói durante o Carnaval do Rio de Janeiro. A entidade contestou a representação das famílias cristãs no enredo, afirmando que houve desrespeito aos princípios constitucionais.
Segundo a ANAJURE, o desfile retratou as famílias cristãs de forma ofensiva, associando-as a comportamentos considerados imorais e contrários aos valores religiosos. A nota oficial também aponta que houve incentivo ao preconceito e à intolerância religiosa durante a apresentação.
A entidade comunicou que acionará o Ministério Público e o Poder Judiciário para responsabilizar os responsáveis pelo desfile. O presidente da ANAJURE, Dr. João Silva, destacou a defesa da liberdade religiosa e do respeito às famílias religiosas.
A escola Acadêmicos de Niterói ainda não se pronunciou sobre a denúncia. O desfile ocorreu na noite de domingo (18), na Marquês de Sapucaí, gerando críticas nas redes sociais e na imprensa.
ANAJURE sustenta atuação e próximos passos
A ANAJURE reiterou o compromisso com valores cristãos e com a proteção da liberdade religiosa. A entidade afirma acompanhar o caso para assegurar que os direitos das famílias cristãs sejam observados.
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