- Bernadette Chirac, viúva do ex-presidente Jacques Chirac, morreu aos 93 anos.
- Foi primeira-dama da França por doze anos e atuou nos bastidores em apoio ao marido; depois tornou-se vereadora na Corrèze.
- Tornou-se figura de destaque da campanha pièces jaunes, arrecadando moedas de baixo valor para ajudar crianças em hospitais.
- A filha mais velha, Laurence, morreu em 2016; a segunda filha, Claude, tornou-se assessora de imprensa e política.
- O presidente Emmanuel Macron confirmou a morte, destacando-a como “uma grande dama do coração”.
Bernadette Chirac, viúva de Jacques Chirac, faleceu aos 93 anos. A confirmação foi dada pelo presidente Emmanuel Macron neste fim de semana. A morte ocorreu na França, em contexto não divulgado oficialmente.
Durante 12 anos, Chirac foi a primeira-dama e atuou como força política por trás do marido, que ocupou cargos relevantes como prefeito de Paris, primeiro-ministro e presidente. Sua atuação incluiu apoio estratégico à atuação pública de Jacques Chirac.
Após o fim do governo de seu marido, em 2007, ela seguiu na política local, tornando-se vereadora na cobrança eleitoral de Corrèze, região central do país, declarando que o marido já não fazia política, mas ela continuaria.
Contribuição social
Chirac foi a figura de liderança por trás da campanha Pièces jaunes, que arrecada moedas de baixo valor para financiar hospitais infantis. A iniciativa angariou recursos significativos ao longo de anos, influenciando a assistência a crianças hospitalizadas.
A trajetória de Bernadette incluiu uma forte presença pública, marcada por alto interesse em obras de caridade e por manter uma presença social constante, mesmo diante de críticas à sua maneira de conduzir o papel de primeira-dama.
Em nota oficial, o presidente Macron destacou que Chirac marcou a história da França e transformou vidas por meio do trabalho social. Brigitte Macron; a primeira-dama da França, também expressou condolências à família.
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