Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Noruega propõe área da plataforma continental do tamanho da Alemanha para mineração

Noruega propõe abrir área do seu mar continental do tamanho da Alemanha para mineração no fundo do mar, levantando preocupações sobre impactos ambientais e soberania transfronteiras

Walruses in Svalbard, Norway — a vulnerable area.
0:00
Carregando...
0:00
  • O governo da Noruega propôs abrir cerca de 329 mil quilômetros quadrados do Mar Norueguês para mineração no fundo do mar, região do tamanho da Alemanha.
  • A área contém minerais como cobre, níquel, magnésio e metais de terras raras em cristas de manganês e depósitos sulfídicos, a profundidades entre 700 e 4 mil metros. Parte fica na zona econômica exclusiva; o restante está em águas internacionais.
  • O processo começou com avaliação de impacto em 2021 e recebeu mais de mil respostas na consulta pública de 2022, na qual a maioria se opôs à mineração no fundo do mar.
  • Autoridades ambientais levantaram preocupações sobre segurança, impactos ambientais, plumas de sedimentos e efeitos na pesca transfronteiriça; a exploração ainda depende de licença internacional e de decisão governamental.
  • Se liberada, a mineração poderia ocorrer na década de 2030, com debate entre licenças de exploração e de exploração/exploração, além de questões sobre acordos internacionais, como o Tratado de Svalbard.

Noruega propõe abrir uma área da sua plataforma continental no Mar da Noruega, equivalente ao tamanho da Alemanha, para mineração em profundo mar. A proposta avança para extrair minerais críticos a tecnologias de energias renováveis, com impactos ambientais em foco.

O Ministério do Petróleo e Energia apresentou a ideia de abrir 329 mil quilômetros quadrados da área para atividades de mineração. A região sobrepõe áreas já sinalizadas como vulneráveis ou valiosas por institutos de pesquisa e órgãos públicos noruegueses.

A área inclui parte da Zona Econômica Exclusiva (EEZ) e trechos fora de jurisdição nacional, na plataforma continental adjacente. O governo brasileiro solicitou avaliação de impactos e consulta pública ocorreu em 2022, recebendo mais de mil respostas.

O mapeamento indica reservas de minerais como magnésio, cobalto, cobre, níquel e metais de terras raras em crusts de manganês e depósitos de sulfetos entre 700 e 4.000 metros de profundidade. A área auxiliares para o potencial industrial, segundo o governo.

A decisão final sobre abrir ou não a área depende do governo federal. Caso haja meximento, a Noruega pode ser uma das primeiras nações a iniciar mineração de fundo do mar em águas próximas. Outros países estudam projetos semelhantes, sem início de exploração em larga escala.

Especialistas apontam que o processo envolve riscos ambientais significativos, como impactos sobre habitats, plumas de sedimentos e efeitos na vida marinha. Defensores pedem cautela e estudos ambientais prévios robustos antes de licenças.

O debate envolve ainda questões transfronteiriças de pesca e soberania sobre áreas em residência de tratados, como o de Svalbard. Críticos enfatizam que há necessidade de acordos internacionais mais claros para evitar conflitos de uso dos recursos marinhos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais