- O Brasil será sede da COP 30, a maior conferência climática do mundo, em Belém, em 2025.
- A escolha da cidade foi anunciada em dezembro de 2023, seguindo a promessa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na COP 27.
- A candidatura de Belém recebeu apoio unânime de países latino-americanos e foi formalizada pelo Itamaraty.
- A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que a conferência incluirá vozes indígenas, ribeirinhos e quilombolas nas discussões.
- Serão investidos R$ 7 bilhões em infraestrutura, com melhorias em mobilidade e saneamento, e a expectativa é de que 50 mil participantes compareçam ao evento.
O Brasil será o anfitrião da COP 30, a maior conferência climática do mundo, que ocorrerá em Belém em 2025. A escolha da cidade, anunciada em dezembro de 2023, é um desdobramento da promessa do presidente Lula na COP 27 no Egito, onde enfatizou a importância de discutir a Amazônia em seu próprio território.
A candidatura de Belém foi formalizada pelo Itamaraty após garantir apoio unânime de países latino-americanos, uma exigência da ONU. A ministra Marina Silva destacou que a conferência será um marco, pois pela primeira vez incluirá vozes indígenas, ribeirinhos e quilombolas nas discussões sobre soluções climáticas. R$ 7 bilhões em investimentos estão sendo direcionados para infraestrutura, com mais de 30 obras em andamento, incluindo o Parque da Cidade, que será um espaço público após o evento.
Preparativos e Impactos
A expectativa é de que 50 mil participantes compareçam, incluindo líderes globais, cientistas e representantes da sociedade civil. Para acomodar o aumento no turismo, a cidade está adaptando navios-hotel e escolas para receber visitantes. As melhorias em mobilidade e saneamento básico já estão sendo notadas, refletindo um crescimento nas oportunidades de emprego.
Além das obras, a COP 30 em Belém simboliza uma nova abordagem na luta contra as mudanças climáticas, mostrando que as soluções podem vir de quem vive na floresta há gerações. O evento promete não apenas discutir, mas também vivenciar a realidade da Amazônia, colocando a região no centro do debate climático global.
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