- Hytalo Santos e Israel Natã Vicente foram transferidos para a Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega em João Pessoa, Paraíba, no dia 26 de agosto de 2025.
- O casal já estava sob investigação e agora enfrenta a superlotação da unidade, que tem capacidade para 470 detentos, mas abrigou mais de 1.500 prisioneiros em 2022.
- A penitenciária possui uma ala específica para detentos LGBTQIA+, que oferece direitos diferenciados e proteção contra violência.
- Na ala, os casais são alojados em celas separadas e têm acesso a cuidados de higiene e visitas sociais e íntimas, com regras sobre itens permitidos.
- A transferência do casal ressalta a necessidade de um ambiente seguro e respeitoso, embora a superlotação continue a ser uma preocupação nas condições de vida dos prisioneiros.
Hytalo Santos e Israel Natã Vicente foram transferidos para a Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega em João Pessoa, na Paraíba, nesta terça-feira, 26. O casal, que já estava sob investigação, agora enfrenta os desafios de uma das maiores prisões do estado, conhecida por sua superlotação e problemas de infraestrutura.
A penitenciária, que tem capacidade para 470 detentos, abrigou mais de 1.500 prisioneiros em 2022, conforme dados do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. A unidade possui uma ala específica para detentos LGBTQIA+, que garante direitos diferenciados e proteção contra violência e discriminação.
Na ala destinada a esse público, os casais são alojados em celas separadas e têm acesso a direitos como maior liberdade para cuidados de higiene. As visitas sociais e íntimas são permitidas, mas estão sujeitas a regras específicas sobre o que pode ser levado ao presídio. Entre os itens permitidos estão dois quilos de frutas e legumes cortados, 500 gramas de leite e doce, e um maço de cigarro.
A transferência do casal para essa unidade destaca a necessidade de um ambiente que respeite a diversidade e promova a segurança dos detentos. A estrutura da penitenciária, no entanto, continua a ser um ponto crítico, com a superlotação gerando preocupações sobre as condições de vida dos prisioneiros.
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