- A nova onda de calor persiste na primeira semana do verão, com bloqueio atmosférico elevando as temperaturas no Centro‑Sul e madrugadas abafadas.
- Estados afetados: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e extremo sul de Goiás, com máximas pelo menos cinco graus acima da média.
- Em São Paulo, há possibilidade de 36°C; pancadas isoladas de chuva ainda podem ocorrer, com maior consumo de energia elétrica.
- No Sul (Santa Catarina e Paraná), o período mais crítico fica entre esta segunda-feira e o Natal, com calor intenso até quinta-feira, seguido de gradual arrefecimento.
- No Sudeste e no Centro-Oeste, o calor deve permanecer intenso durante toda a semana, intensificando desconforto, especialmente nas tardes e nas noites.
O Brasil atravessa uma nova onda de calor, iniciada já na primeira semana do verão, com bloqueio atmosférico que elevou as temperaturas no Centro-Sul. Madrugadas abafadas acompanham o padrão de calor persistente.
A influência do bloqueio dificulta a formação de systems de chuva organizados, mantendo o calor elevado em várias regiões e dificultando o alívio térmico ao longo dos dias. Pancadas isoladas ainda podem ocorrer com força em alguns momentos.
O fenômeno atinge estados do Sudeste, Sul e Centro-Oeste, com temperaturas pelo menos 5°C acima da média para a época. Em São Paulo, há expectativa de máximas próximas a 36°C, com maior demanda por energia elétrica.
São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e o extremo sul de Goiás estão na dança do calor intenso. As máximas e mínimas elevadas reduzem o alívio térmico durante a noite.
No Sul, o período mais crítico deve ficar entre esta segunda (22) e o Natal (25). Com o avanço da semana, o calor tende a recuar gradualmente nesses estados.
Já no Sudeste e no Centro-Oeste, o cenário permanece de calor intenso ao longo de toda a semana, com poucas variações, principalmente nas tardes.
As madrugadas também seguem quentes, o que aumenta o desconforto e dificulta a recuperação térmica entre dias. Em áreas urbanas, o desgaste físico se acentua.
Caso as previsões se confirmem, São Paulo pode registrar a maior temperatura já observada em dezembro, com até 36°C na capital.
Essa onda de calor, associada ao período de festas, tende a elevar o consumo de energia elétrica, devido ao uso intensificado de ventiladores e ar-condicionado, especialmente em grandes centros e locais turísticos.
Fonte: Climatempo, que monitora o bloqueio atmosférico e as condições de calor extremo que marcam a semana do Natal e o início do verão.
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