- Em dois mil e dezessete, a Sociedade de Plantação envolvendo grandes grupos agroindustriais enfrentou acusações de violações de direitos humanos e ambientais em plantações na África e no Sudeste Asiático.
- A empresa acionou a Earthworm Foundation, consultoria de sustentabilidade com base na Suíça, para ajudar a investigar as denúncias.
- Investigação da Earthworm Foundation teria substanciado muitas das queixas apresentadas pelas comunidades, incluindo denúncias de violência sexual relacionadas às operações.
- A relação entre as duas organizações ficou em aberto após a decisão da Socfin de cortar laços com a Earthworm Foundation, deixando comunidades e interessados em expectativa.
- O material do Special Issues aponta para as ameaças a áreas como as Montanhas Cardamom, no sudoeste do Camboja, uma das florestas tropicais mais bem preservadas da região, com impactos sobre biodiversidade.
O agronegócio soco Socfin enfrentou denúncias de violações de direitos humanos e ambientais em suas plantações da África e do Sudeste Asiático em 2017. A empresa pediu apoio à Earthworm Foundation, consultoria de sustentabilidade com sede na Suíça.
A Earthworm conduziu investigações que resultaram no reconhecimento de várias queixas apresentadas pelas comunidades locais. Os relatos abrangeriam aspectos de direitos humanos e impactos ambientais ligados às operações da Socfin.
Entre os envolvidos, estão a Socfin e as comunidades afetadas, além da Earthworm Foundation, contratada para apurar as denúncias. O objetivo era esclarecer fatos, responsabilidades e caminhos de reparação.
Em desdobramento, a relação entre Socfin e a Earthworm Foundation foi encerrada, segundo informações públicas. A decisão gerou repercussão entre comunidades que aguardam desfechos sobre as denúncias apresentadas.
Cardamom Mountains, região citada em materiais correlatos, é descrita como área de biodiversidade sob proteção, ampliando o contexto de disputas envolvendo territórios, conservação e impactos socioambientais.
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