- Limpeza de árvores e vegetação foi realizada nos cemitérios General e Rock em Nottingham para reduzir riscos e reabrir caminhos de acesso às sepulturas.
- O conselho municipal diz que o excesso de vegetação dificultava o acesso a jazigos e a inspeções de segurança dos memoriais.
- O grupo conservacionista Wild.NG contesta a ação, alegando que o serviço foi excessivo e pode comprometer habitats importantes.
- Os cofundadores Trish Evans e Nick Humphreys destacaram que áreas de habitat, como brenhas, fungos e invertebrados, são vitais para várias espécies e que houve retirada de vegetação de forma significativa; foram identificadas tocas de texugos, e as obras foram interrompidas para avaliação.
- A prefeitura afirmou que vai atualizar levantamentos de biodiversidade e planos de gestão para equilibrar conservação ambiental com o acesso seguro, conforme a estratégia da cidade.
A autoridades de Nottingham finalizaram intervenções de limpeza em dois cemitérios da cidade, a General Cemetery e a Rock Cemetery. O objetivo foi remover áreas de vegetation densa para reduzir riscos e restabelecer o acesso público seguro, além de permitir inspeções de segurança dos memoriais.
O movimento de voluntários Wild.NG questionou a extensão das ações, sugerindo que a limpeza foi ampla demais e pode prejudicar habitats importantes. Os cofundadores Trish Evans e Nick Humphreys destacaram a importância de espaços que abrigam biodiversidade, fungos, invertebrados, mamíferos e aves, além de áreas de abrigo para várias espécies.
A prefeitura confirmou que, ao longo de anos, as áreas ficaram excessivamente sobrecrescidas, dificultando o acesso a túmulos e a realização de inspeções de segurança. Segundo o município, a intervenção também visou abrir caminhos e retomar visitas com dignidade, incluindo memoriais de guerra, sem comprometer a segurança pública.
Reações e próximos passos
Segundo o município, durante as obras foram identificados focos de queixadas de texugo, o que levou a pausa temporária para avaliação ambiental. A administração estadual informou que buscará atualizações em levantamentos de biodiversidade e em planos de gestão do sítio, para equilibrar conservação com o acesso público seguro.
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