- filhote de aardvark chamado “Womble” nasceu no Chester Zoo e é apenas o segundo filhote da espécie já registrado no zoológico em seus 94 anos de história.
- como a mãe Oni não produziu leite suficiente, o filhote foi alimentado com leite na mamadeira por Sophie Tyson, permanecendo em incubadora entre as mamadas.
- o nascimento é extremamente raro em cativeiro; o último filhote de aardvark no zoológico foi em dois mil e vinte e dois; há apenas sessenta e oito aardvarks em zoológicos europeus e cento e quatorze no mundo.
- aos sete semanas, Womble já pesa cerca de sete quilos e vive agora em tempo integral com a mãe Oni.
- a confirmação do sexo ainda não foi feita; especialistas destacam que a espécie enfrenta ameaças na natureza devido à perda de habitat e à caça em algumas regiões.
Um aardvark fêmea deu à luz um filhote raro no Chester Zoo, no Reino Unido, que desde o nascimento recebeu alimentação com leite em mamadeira durante a noite. O filhote, apelidado de Womble, viveu suas primeiras semanas dentro de uma incubadora aquecida antes de ser devolvido à mãe pela manhã. A situação exige cuidado intensivo, pois a lactação de Oni, a progenitora, não cobria a demanda do filhote.
Womble é apenas o segundo filhote da espécie já nascido no zoológico em seus 94 anos de história. A última cria de aardvark no Chester Zoo ocorreu em 2022. Os mantenedores explicam que nascimentos de aardvark em cativeiro são extremamente raros, com apenas 68 indivíduos na Europa e 114 no mundo, segundo a instituição.
Durante as primeiras semanas, a cuidadora Sophie Tyson alimentou o filhote a cada poucas horas, mantendo-o aquecido na incubadora e reunindo-o com Oni todas as manhãs. O sexo do filhote ainda não foi determinado, já que a identificação é difícil logo após o nascimento.
Oni, com 13 anos, deixou de produzir leite suficiente para sustentar o filhote, o que levou à intervenção da equipe. Tyson afirmou que suspeitou da gravidez ao notar alterações no peso da mãe, quadro confirmado por ultrassom.
Agora com sete semanas, Womble já pesa cerca de 7 kg e convive em tempo integral com a mãe. A equipe aponta que o processo foi intenso, com alimentação contínua e aprendizado para lidar com a espécie, que costuma permanecer em ambientes restritos.
Conservacionistas destacam que, além da baixa taxa de natalidade em cativeiro, o aardvark enfrenta ameaças na natureza, como perda de habitat e caça em algumas regiões. Tyson enfatiza que a dupla estável, mãe e filhote, representa um avanço para o cuidado desses animais.
Sobre o caso e o contexto
Womble permanece sob vigilância do Chester Zoo, que reforça a raridade de nascimentos da espécie em cativeiro e a importância de manter as condições ideais para a sobrevivência do filhote. A instituição não divulgou detalhes adicionais sobre o cronograma de cuidados futuros.
Perspectivas de recuperação
Especialistas ressaltam a necessidade de monitoramento contínuo de peso, alimentação e bem-estar, diante do histórico de lactação limitada de Oni. A equipe segue avaliando o desenvolvimento do filhote, que já demonstra progresso significativo desde o nascimento.
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