- Animais migratórios combinam estratégias diferentes: orientação pelo Sol de dia, pelas estrelas à noite e uso de um relógio biológico interno.
- O olfato também é importante para alguns; por exemplo, salmões reconhecem cheiros de onde nasceram para retornar.
- Muitos possuem magnetorrecepção, percebendo o campo magnético da Terra como uma bússola; o campo é fraco, entre trinta e sessenta microteslas.
- Não se sabe exatamente como funciona esse “sexto sentido”; uma hipótese envolve criptocromo no olho que, possivelmente, permite enxergar as linhas do campo magnético por meio de física quântica.
- Além da genética, a migração é aprendida: aves jovens costumam seguir animais mais velhos, e nem todas conseguem completar a primeira viagem.
Animais migratórios descobrem o caminho por meio de várias estratégias, que variam por espécie. Sol durante o dia, estrelas à noite e sensores que vão além da visão ajudam a guiar a viagem.
Entre as técnicas, o Sol funciona como mapa para aves, orientando pela hora do dia graças ao relógio biológico. À noite, as estrelas indicam a direção, servindo de referência celeste.
O olfato aparece em espécies como salmões, que reconhecem odores de onde nasceram para retornar às áreas de desova. Também existe a magnetorrecepção, percepção do campo magnético da Terra usada como bússola natural.
A magnetorrecepção é menos visível e envolve o campo magnético fraco da Terra, entre 30 e 60 microteslas. Cientistas discutem como isso ocorre nos animais migratórios.
Uma hipótese envolve uma molécula chamada criptocromo no olho de aves, sugerindo que a física quântica permitiria ver linhas do campo magnético. A ideia ainda é objeto de estudo.
Além das estratégias, muitos aspectos são aprendidos. Parte da migração é instintiva, porém jovens aves dependem muitas vezes de guias mais velhos para chegar ao destino.
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