- O Dartford warbler, que vive em charnecas de baixas altitudes e nidifica em gorses densos, mostra recuperação com aumento de quarenta e quatro por cento na Grã-Bretanha nos últimos cinco anos, totalizando duzentos e sessenta e quatro pares em 2025.
- A RSPB Arne, em Wareham, registrou recorde de noventa e sete pares de Dartford warblers.
- O levantamento Heathland Bird Survey, realizado pela British Trust for Ornithology e pela RSPB, avaliou Dartford warblers, nightjars e woodlarks em todo o Reino Unido e ilhas do Canal.
- A população total no Reino Unido é estimada em quatro mil e cem pares, frente a três mil e duzentos em 2006.
- Além da restauração de habitats, quinze hectares de áreas agrícolas foram devolvidos a charneira para apoiar a espécie.
Aves raras ganham fôlego no Reino Unido. A arene de Dartford warbler registrou 97 pares em 2025, num esforço de restauração de habitat da RSPB. A contagem nacional mostrou aumento de 44% nos últimos cinco anos, totalizando 264 pares em 2025. A pesquisa Heathland Birds Survey envolve BTO e RSPB.
A RSPB Arne, perto de Wareham, chegou a abrigar menos de uma dúzia de pares após crises populacionais nos anos 60. O trabalho de recuperação de brejos e matagais tem ampliado o espaço para nidificação entre o urze espessa, favorecendo a espécie.
No conjunto do país, a população de Dartford warbler é estimada em 4.100 indivíduos, alta frente aos 3.200 registrados em 2006. Os corpos envolvidos destacam a importância de habitats de baixa altitude com urze densa para nidificação e alimentação.
Conservação em Arne
O projeto, que combina restauração de habitats com devolução de terras agrícolas à paisagem de heath, avança em parcelas de 15 hectares. Gestores e voluntários facilitaram a conexão de mosaicos de brejas, ampliando áreas de proteção para a espécie.
As melhorias no habitat visam não apenas ampliar a população, mas manter a expansão geográfica observada nos últimos anos. A participação de voluntários tem sido apontada como chave para o sucesso da iniciativa em 2025.
Dr Greg Conway, ecologista-chefe da BTO, ressalta que participação voluntária é fundamental para projetos como este. A atuação conjunta pode sustentar avanços na abundância e no alcance da espécie no futuro.
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