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Direito de cultivar flores silvestres impulsiona florescimento

Hull autoriza cultivo em terreno público, gerando jardins de flores silvestres que atraem fauna, melhoram a paisagem e o bem‑estar mental dos moradores

John Pickles worked with residents to transform a patch of land
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  • Hull tornou-se a primeira cidade britânica a aprovar uma moção de “direito de cultivar”, em setembro de dois mil e vinte e três, permitindo que comunidades cultivem alimentos e flores em terrenos municipais ociosos.
  • O objetivo é que áreas não utilizadas pelo município recebam plantações comunitárias, incluindo jardins de flores silvestres.
  • Um dos locais beneficiação é um terreno na comunidade Orchard Park, do tamanho aproximado de seis vagas de estacionamento, com flores como margaridas-olho-de boi, pilriteiros roxos e papoulas amareladas.
  • John Pickles, morador da área e participante do movimento, disse que houve mobilização door-to-door e que os moradores aprovaram a ideia de ter flores silvestres perto de casa.
  • A iniciativa é mais ampla, com outros locais já contemplados e a expectativa de que mais áreas se juntem; apoiadores afirmam que o programa favorece a vida selvagem, a aparência do bairro e a saúde mental. Detalhes sobre como se inscrever estão disponíveis no site da prefeitura de Hull.

Hull se tornou a primeira cidade do Reino Unido a aprovar, em setembro de 2023, uma moção que garante às comunidades o direito de cultivar em terrenos municipais ociosos. A medida faz parte de uma iniciativa chamada “right to grow”.

Essa política permite que bairros apresentem pedidos para plantar alimentos e flores em áreas públicas não utilizadas. Em Hull, a iniciativa já resultou em obras comunitárias em várias áreas, com foco na melhoria ambiental e social.

Na vizinhança Orchard Park, um trecho de grama foi revitalizado com flores como oxeye daisies, malvas e papoulas amarelas, ação liderada por agricultores de bairro em parceria com a comunidade. O espaço, próximo à Hall Road, tem o tamanho de cerca de seis vagas de estacionamento.

O projeto surgiu após visitas de moradores a portas das casas para saber se aceitariam flores silvestres na vizinhança; a receptividade foi positiva. A proposta visa ampliar áreas verdes coloridas e fortalecer a fauna local, além de beneficiar a saúde mental.

Segundo o movimento, o direito de cultivar incentiva a biodiversidade, embeleza o entorno e promove bem-estar. Um dos organizadores, identificado como um “jardineiro de código postal”, integra uma rede de 17 voluntários no país, apoiando diversos espaços comunitários.

Os participantes destacam que o sucesso em Orchard Park pode inspirar outras áreas a adotar medidas semelhantes. A prefeitura de Hull informou que mais locais devem receber apoio do programa nos próximos meses.

Detalhes sobre como solicitar o direito de cultivar estão disponíveis no site da Hull City Council, conforme a divulgação oficial. A iniciativa é apresentada como uma forma de transformar terrenos ociosos em espaços úteis para floresta urbana.

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