A nutricionista Aimee Tritt, de Minneapolis, destaca que muitas pessoas desistem de dietas rigorosas após algumas semanas, o que não deve ser visto como fracasso. Segundo ela, estabelecer pequenas metas é uma abordagem mais eficaz para melhorar a alimentação. Especialistas sugerem que a inclusão de leguminosas como lentilhas e feijões pode aumentar a ingestão de […]
A nutricionista Aimee Tritt, de Minneapolis, destaca que muitas pessoas desistem de dietas rigorosas após algumas semanas, o que não deve ser visto como fracasso. Segundo ela, estabelecer pequenas metas é uma abordagem mais eficaz para melhorar a alimentação. Especialistas sugerem que a inclusão de leguminosas como lentilhas e feijões pode aumentar a ingestão de proteínas e reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Uma xícara de feijão-carioca, por exemplo, contém cerca de 16 gramas de proteínas e é uma alternativa saudável às carnes vermelhas.
A redução do consumo de bebidas açucaradas também é uma recomendação importante. Maya Vadiveloo, professora da Universidade de Rhode Island, aponta que essas bebidas representam mais de um terço do açúcar adicionado na dieta dos americanos, contribuindo para problemas de saúde como diabetes tipo 2. Ela sugere uma diminuição gradual no consumo, como optar por refrigerantes menores. Além disso, aumentar a ingestão de vegetais é crucial, pois muitos adultos não consomem a quantidade recomendada, perdendo nutrientes essenciais.
Cozinhar em casa é outra prática recomendada, pois permite maior controle sobre os ingredientes e evita o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados. A nutricionista Emily Haller enfatiza que refeições caseiras são geralmente mais saudáveis. Além disso, a atividade física deve ser incorporada à rotina, mesmo que em pequenas doses, como caminhadas após as refeições, para ajudar na digestão e controle de peso. Por fim, mudanças graduais na alimentação são fundamentais para uma relação saudável com a comida, evitando a frustração com dietas restritivas.
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