O Ministério da Saúde finalizou uma semana de ações em sete estados brasileiros para combater arboviroses, como dengue, Zika e chikungunya. A caravana técnica, liderada pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde (COE), teve como objetivo fortalecer a vigilância epidemiológica e reorganizar os serviços de saúde. Os estados atendidos foram Acre, Amapá, Amazonas, Espírito […]
O Ministério da Saúde finalizou uma semana de ações em sete estados brasileiros para combater arboviroses, como dengue, Zika e chikungunya. A caravana técnica, liderada pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde (COE), teve como objetivo fortalecer a vigilância epidemiológica e reorganizar os serviços de saúde. Os estados atendidos foram Acre, Amapá, Amazonas, Espírito Santo, São Paulo, Paraná e Roraima. A ministra da Saúde, Nísia Trindade, destacou que a iniciativa é parte de um esforço contínuo para prevenir e controlar essas doenças, especialmente em períodos de aumento de casos.
Durante a visita ao Amapá, a equipe do COE se reuniu com gestores locais para ativar uma sala de situação que monitore as arboviroses. O estado registrou 30 casos de dengue entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025. A ministra enfatizou a importância da prevenção, afirmando que “prevenir é sempre melhor do que remediar”. O COE, ativado em janeiro, visa garantir respostas rápidas às necessidades locais, oferecendo suporte técnico e financeiro.
No Paraná, o Ministério da Saúde apresentou novas tecnologias para controle do vetor Aedes aegypti, incluindo o método Wolbachia, que impede a transmissão de doenças. O secretário-adjunto de Vigilância em Saúde, Rivaldo Cunha, destacou a necessidade de ampliar a produção de mosquitos com a bactéria. O estado já registrou mais de 650 mil casos de dengue em 2024, evidenciando a urgência das ações.
A ministra Nísia Trindade também reforçou o compromisso do governo federal no controle das arboviroses durante a reabertura de leitos no Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio de Janeiro. Ela ressaltou a importância de ações coordenadas entre os diferentes níveis de governo e a participação da população na eliminação de criadouros do mosquito, que representam 75% dos focos. O Ministério continua a implementar tecnologias inovadoras e a promover a mobilização social para enfrentar essa emergência de saúde pública.
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