A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI) está sendo atualizada para melhorar o atendimento a pessoas a partir dos 60 anos no Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), lançou uma pesquisa para que esse público possa relatar os principais desafios enfrentados nos […]
A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI) está sendo atualizada para melhorar o atendimento a pessoas a partir dos 60 anos no Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), lançou uma pesquisa para que esse público possa relatar os principais desafios enfrentados nos serviços de saúde. O objetivo é promover um diálogo que direcione a revisão da política às necessidades reais da população idosa.
A pesquisa é destinada exclusivamente a pessoas com 60 anos ou mais que utilizam ou já utilizaram o SUS, garantindo anonimato nas respostas, sem a necessidade de fornecer dados pessoais. Ligia Gualberto, coordenadora de Atenção à Saúde da Pessoa Idosa do Ministério da Saúde, enfatizou a importância da participação popular na atualização da PNSPI, destacando a necessidade de atender à diversidade de perfis de envelhecimento e promover equidade nas políticas públicas.
Atualmente, o Brasil conta com cerca de 32,9 milhões de idosos, o que representa aproximadamente 15,8% da população. Desses, estima-se que 70% dependem exclusivamente do SUS. Desde 2010, houve um aumento de 56% na população idosa. Em 2023, o Ministério da Saúde lançou o Guia de Cuidados para a Pessoa Idosa, que orienta sobre as mudanças no envelhecimento e autocuidado.
Além disso, a Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa, que também está em revisão, serve como ferramenta para qualificar a atenção à saúde desse grupo. O instrumento visa organizar o trabalho das equipes de saúde e otimizar ações que identifiquem as vulnerabilidades enfrentadas por essa população.
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