O Governo do Distrito Federal (GDF) intensificou suas ações de combate à dengue, implementando medidas diárias em todas as 35 regiões administrativas. Com a nomeação de 400 agentes de Vigilância Ambiental (Avas) e 400 agentes comunitários de saúde (ACSs), a cobertura do serviço foi ampliada, permitindo um aumento nas visitas e fortalecendo as estratégias de […]
O Governo do Distrito Federal (GDF) intensificou suas ações de combate à dengue, implementando medidas diárias em todas as 35 regiões administrativas. Com a nomeação de 400 agentes de Vigilância Ambiental (Avas) e 400 agentes comunitários de saúde (ACSs), a cobertura do serviço foi ampliada, permitindo um aumento nas visitas e fortalecendo as estratégias de prevenção. A vice-governadora Celina Leão enfatizou a importância da colaboração da população para reduzir os casos da doença.
Além da nomeação dos agentes, o GDF está promovendo mutirões para a retirada de lixo, implantando armadilhas contra o mosquito Aedes aegypti e lançando o aplicativo e-Visit@ DF Endemias. Drones também serão utilizados para mapear áreas de risco antes da chegada dos agentes. Celina Leão destacou que essas ações já resultaram em uma redução de cerca de 95% nos casos de dengue em comparação ao ano anterior, graças ao trabalho dos agentes de vigilância.
O trabalho de campo continua em todas as regiões, com agentes percorrendo áreas como o Recanto das Emas para orientar a população e eliminar focos do mosquito. A secretária de Saúde do DF, Lucilene Florêncio, ressaltou que a presença dos Avas é crucial para o combate à dengue, pois eles orientam sobre medidas preventivas e identificam focos do mosquito transmissor.
Os agentes, como João Vitor Ibiapina, têm recebido uma recepção positiva da população, que se mostra receptiva às visitas. A supervisora dos Avas, Aline Cândida, informou que cada agente visita de 25 a 30 residências por dia, coletando larvas para análise. Moradores como Antônio Leite, de 73 anos, e Cássio Vieira, de 45 anos, destacaram a importância do trabalho dos agentes, especialmente em épocas de chuva, quando há maior risco de acúmulo de água e proliferação do mosquito.
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