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Ministério da Saúde e Prefeitura de Manaus intensificam combate à malária com inovação e logística

- A ministra da Saúde, Nísia Trindade, elogiou ações contra a malária em Manaus. - O Malariômetro, ferramenta de monitoramento, opera em 32 municípios da Amazônia. - A Secretaria de Vigilância em Saúde garantiu fornecimento regular de insumos essenciais. - O ministério realiza envio de produtos a cada quatro meses, evitando desabastecimento. - A combinação de tecnologia e logística visa fortalecer a vigilância epidemiológica no Brasil.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, elogiou a atuação do Ministério da Saúde no combate à malária durante um evento em Manaus. A Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) foi reconhecida pelo fornecimento regular de insumos e pelo suporte a inovações, como o Malariômetro, uma ferramenta que aprimora o monitoramento da doença. A […]

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, elogiou a atuação do Ministério da Saúde no combate à malária durante um evento em Manaus. A Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) foi reconhecida pelo fornecimento regular de insumos e pelo suporte a inovações, como o Malariômetro, uma ferramenta que aprimora o monitoramento da doença. A Secretaria Municipal de Saúde de Manaus (SMS) apresentou a integração de dados e a estrutura de exames para diagnósticos rápidos, ressaltando a importância do apoio ministerial na manutenção dos estoques de insumos, como o Malathion.

O Malariômetro, desenvolvido em 2015, é crucial para a transparência na vigilância epidemiológica da malária. Inicialmente impresso, agora digitalizado, permite que gestores e profissionais de saúde monitorem a incidência da doença em tempo real, facilitando respostas rápidas. Atualmente, a ferramenta é utilizada em 32 municípios da Amazônia Legal e há planos para expandi-la para outras áreas prioritárias.

Além das ferramentas tecnológicas, o ministério garante uma logística eficiente para a distribuição de insumos essenciais, como o Etofenprox PM 20% e a Lambdacialotrina CE 5%, utilizados em borrifação intradomiciliar e em áreas de surto, respectivamente. O envio regular desses produtos, a cada quatro meses, previne desabastecimentos e assegura que estados e municípios tenham recursos adequados para o controle da malária.

A diretora do Departamento de Doenças Transmissíveis (DEDT), Alda Maria da Cruz, enfatizou a importância da atuação coordenada. “O reconhecimento da ministra reforça que estamos no caminho certo. A combinação de tecnologia, estrutura e logística eficiente fortalece a vigilância epidemiológica e aproxima ainda mais o Brasil da meta de eliminação da malária,” afirmou.

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