A vida de Erika Yanira Morales, de 20 anos, residente em Pasto, Colômbia, mudou drasticamente após um ataque em um bar em 2021. Durante a agressão, ela foi atingida na cabeça por uma garrafa, resultando em um derrame cerebral múltiplo que a deixou tetraplégica. Desde então, sua irmã, Tatiana Morales, tem compartilhado a difícil jornada […]
A vida de Erika Yanira Morales, de 20 anos, residente em Pasto, Colômbia, mudou drasticamente após um ataque em um bar em 2021. Durante a agressão, ela foi atingida na cabeça por uma garrafa, resultando em um derrame cerebral múltiplo que a deixou tetraplégica. Desde então, sua irmã, Tatiana Morales, tem compartilhado a difícil jornada da família, que inclui cuidados médicos constantes e adaptações na rotina.
Tatiana relatou que a situação se agravou com o tempo, e os médicos nunca deram esperanças de recuperação. A comunicação entre as irmãs agora é feita por meio de um alfabeto, já que Erika não consegue falar. Além disso, a família enfrenta dificuldades com a nova unidade de saúde que atende Erika, que tem prestado um serviço insatisfatório, com escassez de profissionais qualificados.
Erika expressou seu desejo de ter acesso à eutanásia, afirmando estar cansada de depender dos outros e de viver com dor intensa. Sua solicitação, no entanto, foi negada pela EPS Emssanar, pois foi feita pela mãe e não diretamente por ela. Atualmente, Erika está sob os cuidados da mãe, que enfrenta desafios para garantir a assistência necessária, já que os atendimentos de enfermagem são limitados.
De acordo com o Ministério da Justiça da Colômbia, a eutanásia pode ser solicitada por pessoas que sofrem de doenças graves e incuráveis, desde que expressam seu consentimento de forma livre e informada. O médico responsável deve avaliar as condições e informar sobre os direitos do paciente, incluindo cuidados paliativos. A situação de Erika destaca a complexidade do acesso à morte digna e os desafios enfrentados por pacientes e suas famílias em busca de alívio para o sofrimento.
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