Situações estressantes são parte da vida cotidiana e podem surgir em momentos inesperados, como ao falar em público ou enfrentar uma emergência. Sarah Lorenzini, enfermeira de resposta rápida e fundadora da Rapid Response Academy, compartilha sua experiência, lembrando que, mesmo com conhecimento teórico, a pressão pode dificultar a atuação. Ela destaca que, quando o corpo […]
Situações estressantes são parte da vida cotidiana e podem surgir em momentos inesperados, como ao falar em público ou enfrentar uma emergência. Sarah Lorenzini, enfermeira de resposta rápida e fundadora da Rapid Response Academy, compartilha sua experiência, lembrando que, mesmo com conhecimento teórico, a pressão pode dificultar a atuação. Ela destaca que, quando o corpo não responde adequadamente, a capacidade de ajudar o paciente é comprometida.
Preparação é fundamental para lidar com o estresse. Lorenzini relata uma experiência de infância ao nadar com uma barracuda, onde a prática de natação a ajudou a reagir rapidamente. Inna Khazan, professora de psiquiatria da Escola de Medicina de Harvard, enfatiza a importância de desenvolver a resiliência do sistema nervoso, sugerindo técnicas como a variabilidade da frequência cardíaca (VFC). Uma VFC alta indica um sistema nervoso saudável, permitindo melhor adaptação a estressores.
Para manter a calma em emergências, Lorenzini recomenda reconhecer as reações naturais do corpo ao estresse. Ela menciona a prática de respirar lentamente para ajudar a regular o sistema. Khazan sugere uma respiração diafragmática, enquanto Julie Uhernik, conselheira e enfermeira, aconselha monitorar o nível de estresse ao longo do dia para identificar gatilhos e sintomas.
Por fim, o estresse é inevitável, especialmente em situações críticas. Uhernik ressalta que um certo nível de estresse é benéfico, pois prepara o corpo para responder e retornar ao estado de calma quando a ameaça desaparece. A consciência e a prática de técnicas de regulação emocional são essenciais para enfrentar esses momentos desafiadores.
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