O Programa Brasil Saudável completou um ano com um investimento total de R$ 386 milhões, focando na saúde pública e na eliminação de doenças socialmente determinadas (DDS). Os recursos incluem R$ 30 milhões para pesquisas em DDS, R$ 6 milhões para vigilância de infecções, R$ 300 milhões para o combate ao HIV/Aids e tuberculose, além […]
O Programa Brasil Saudável completou um ano com um investimento total de R$ 386 milhões, focando na saúde pública e na eliminação de doenças socialmente determinadas (DDS). Os recursos incluem R$ 30 milhões para pesquisas em DDS, R$ 6 milhões para vigilância de infecções, R$ 300 milhões para o combate ao HIV/Aids e tuberculose, além de R$ 50 milhões para vigilância em hanseníase. O programa, que envolve 14 ministérios, busca reduzir desigualdades no acesso à saúde e promover ações intersetoriais.
Entre os resultados, destaca-se a certificação da eliminação da filariose linfática e um aumento de 30% no tratamento preventivo da tuberculose. A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, enfatizou que o programa já demonstra resultados concretos na luta pela equidade em saúde. A iniciativa também introduziu novas tecnologias para diagnóstico e tratamento de doenças como malária e hanseníase, além de ações de planejamento e monitoramento.
O programa aprovou 50 projetos voltados para doenças socialmente determinadas, com mais de R$ 30 milhões investidos, e 20 projetos focados na eliminação de HIV/Aids e tuberculose. A aquisição de 380 mil testes rápidos para malária e a introdução da tafenoquina, um medicamento inovador, reforçam a segurança sanitária em regiões vulneráveis. A articulação com outros ministérios visa melhorar o cuidado a populações em situação de vulnerabilidade.
No combate à tuberculose, o Brasil registrou um aumento de 30% no tratamento preventivo em 2024, com R$ 100 milhões adicionais para vigilância e controle. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece prevenção gratuita, incluindo a vacina BCG. O tratamento preventivo da tuberculose é uma estratégia crucial para evitar a doença ativa, especialmente em grupos de risco, como crianças e pessoas com HIV.
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