A atriz belga Emilie Dequenne faleceu neste final de semana aos 43 anos, após uma batalha contra um câncer da glândula suprarrenal. O diagnóstico do tumor raro foi revelado por ela em outubro de 2023, após ser identificado dois meses antes. Dequenne, que ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes em 1999 […]
A atriz belga Emilie Dequenne faleceu neste final de semana aos 43 anos, após uma batalha contra um câncer da glândula suprarrenal. O diagnóstico do tumor raro foi revelado por ela em outubro de 2023, após ser identificado dois meses antes. Dequenne, que ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes em 1999 por sua atuação em “Rosetta”, passou seus últimos dias em cuidados paliativos, conforme informado por sua família e agente.
As glândulas suprarrenais, localizadas próximas à parte superior dos rins, são parte do sistema endócrino e têm a função de produzir hormônios que regulam o metabolismo e o sistema circulatório. Tumores adrenais são raros e ainda não se conhecem completamente os fatores de risco associados a eles. Os sintomas do câncer suprarrenal podem incluir dor na região afetada, sensação de saciedade e dificuldades alimentares, além de alterações hormonais que afetam tanto homens quanto mulheres.
Em homens, tumores que produzem estrogênio podem causar aumento das mamas e problemas sexuais, enquanto em mulheres, tumores que geram andrógenos podem resultar em crescimento excessivo de pelos, irregularidades menstruais e alterações na voz. O excesso de cortisol pode levar à síndrome de Cushing, que apresenta sintomas variados. O tratamento do câncer suprarrenal varia conforme a localização e o tamanho do tumor, podendo incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia.
A adrenalectomia, que é a remoção de uma ou ambas as glândulas, pode ser realizada de forma minimamente invasiva, utilizando técnicas como cirurgia robótica ou videolaparoscopia. O tratamento pode ser complementado com medicamentos, dependendo das condições clínicas do paciente.
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