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Anvisa proíbe suplementos alimentares com ora-pro-nóbis e reforça regulamentação

- A Anvisa proibiu suplementos alimentares com ora-pro-nóbis, não afetando o consumo in natura. - A planta, Pereskia aculeata, não é autorizada como ingrediente em suplementos. - A decisão visa coibir propagandas irregulares e garantir a segurança alimentar. - Suplementos não podem alegar efeitos terapêuticos, sendo destinados a pessoas saudáveis. - A ora-pro-nóbis é rica em nutrientes e tem tradição na alimentação de Goiás e Minas Gerais.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta quinta-feira, a proibição da venda de suplementos alimentares que contenham ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e se baseia no fato de que a planta não é autorizada como ingrediente para esses produtos no Brasil. A Anvisa esclarece que essa medida não afeta o consumo da planta in natura, que é tradicionalmente utilizada na alimentação, especialmente em Goiás e Minas Gerais.

Para que um ingrediente seja aprovado como suplemento alimentar, é necessário que passe por avaliações rigorosas de segurança e eficácia, que comprovem sua relevância nutricional. A Anvisa destaca que os suplementos não são medicamentos e, portanto, não podem alegar efeitos terapêuticos, como tratamento ou prevenção de doenças. A proibição também se deve à comercialização irregular de produtos que não atendem às normas estabelecidas.

A ora-pro-nóbis é reconhecida por suas propriedades nutricionais, sendo rica em proteínas, fibras, vitaminas e minerais. Nos últimos anos, a planta ganhou popularidade, especialmente por suas qualidades benéficas à saúde, como a contribuição para o fortalecimento do sistema imunológico e a proteção das células contra danos. A Anvisa reforça que a planta pode ser consumida de diversas formas, como em saladas e sopas.

Com a nova resolução, as empresas estão proibidas de fabricar, vender ou promover suplementos que incluam ora-pro-nóbis em sua composição. A Anvisa enfatiza que a decisão visa garantir a segurança dos consumidores e a conformidade com as regulamentações vigentes.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta quinta-feira, a proibição da venda de suplementos alimentares que contenham ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata). A decisão, publicada no Diário Oficial da União, justifica-se pelo fato de que a planta não é autorizada como ingrediente para esses produtos no Brasil. A Anvisa esclarece que a medida não interfere no consumo da planta in natura, que é tradicionalmente utilizada na alimentação, especialmente em Goiás e Minas Gerais.

Para que um ingrediente seja aprovado como suplemento alimentar, é necessário que passe por avaliações rigorosas de segurança e eficácia, que comprovem sua relevância nutricional. A Anvisa destaca que os suplementos não são medicamentos e, portanto, não podem alegar efeitos terapêuticos, como tratamento ou prevenção de doenças. A proibição também se deve à comercialização irregular de produtos que não atendem às normas estabelecidas.

A ora-pro-nóbis é reconhecida por suas propriedades nutricionais, sendo rica em proteínas, fibras, vitaminas e minerais. Nos últimos anos, a planta ganhou popularidade, especialmente por suas qualidades benéficas à saúde, como a contribuição para o fortalecimento do sistema imunológico e a proteção das células contra danos. A Anvisa reforça que a planta pode ser consumida de diversas formas, como em saladas e sopas.

Com a nova resolução, as empresas estão proibidas de fabricar, vender ou promover suplementos que incluam ora-pro-nóbis em sua composição. A Anvisa enfatiza que a decisão visa garantir a segurança dos consumidores e a conformidade com as regulamentações vigentes.

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