A Defesa Civil de São Paulo enviou cento e treze alertas de risco severo para desastres no primeiro trimestre de dois mil e vinte e cinco, sendo vinte e dois deles na capital. A alta frequência desses alertas gerou dúvidas sobre a eficácia do sistema de mensagens de texto, que já se mostrou ineficaz em emergências, como a tragédia no Litoral Norte em janeiro de dois mil e vinte e três. Apenas doze por cento da população foi alertada sobre os riscos de deslizamentos, devido a problemas de cadastro e sinal.
Para melhorar a comunicação em situações críticas, foi implementado o sistema Cell Broadcast, que permite o envio de alertas diretamente para celulares em áreas de risco, independentemente da qualidade do sinal. O alerta aparece na tela do celular, sobrepondo outras atividades, e pode emitir sons mesmo em modo silencioso. O sistema foi testado em dois mil e vinte e quatro e oficialmente lançado em quatro de dezembro do mesmo ano, com o primeiro alerta disparado em vinte e cinco de dezembro.
Os alertas via Cell Broadcast são classificados conforme a intensidade da chuva: chuva moderada a forte resulta em mensagens de texto, enquanto chuva severa a extrema ativa o novo sistema. O tenente Maxwel Souza explicou que a Defesa Civil utiliza dados do Centro Nacional de Gerenciamento de Risco e Desastres (Cenad) para determinar a gravidade dos alertas, que visam informar a população sobre a necessidade de evacuação de áreas de risco.
Entretanto, a eficácia do sistema depende da tecnologia dos celulares, que devem ser compatíveis com 4G ou 5G. Além disso, a cobertura de sinal ainda é um desafio em algumas regiões, onde áreas de sombra podem impedir que todos os usuários recebam os alertas. O tenente Maxwel ressaltou que os alertas oferecem uma janela de quarenta minutos a uma hora para que as pessoas busquem abrigo, enfatizando a importância de não ignorar essas notificações.
A Defesa Civil de São Paulo enviou 113 alertas de risco severo para desastres no primeiro trimestre de 2025, com 22 deles concentrados na capital. A alta frequência dos alertas gerou questionamentos sobre a eficácia do sistema de mensagens de texto, que já se mostrou ineficaz em situações de emergência, como a tragédia no Litoral Norte em janeiro de 2023. Apenas 12% da população foi alertada sobre os riscos de deslizamentos, pois muitos não estavam cadastrados ou enfrentaram problemas de sinal.
Para melhorar a comunicação em situações críticas, foi implementado o sistema Cell Broadcast, que permite o envio de alertas diretamente para celulares em áreas de risco, independentemente da qualidade do sinal. O alerta aparece na tela do celular, sobrepondo outras atividades, e pode emitir sons mesmo em modo silencioso. O sistema foi testado em 2024 e oficialmente lançado em 4 de dezembro do mesmo ano, com o primeiro alerta disparado em 25 de dezembro.
Os alertas via Cell Broadcast são classificados conforme a intensidade da chuva: chuva moderada a forte resulta em SMS, enquanto chuva severa a extrema aciona o novo sistema. O tenente Maxwel Souza explicou que a Defesa Civil utiliza dados do Centro Nacional de Gerenciamento de Risco e Desastres (Cenad) para determinar a gravidade dos alertas, que visam informar a população sobre a necessidade de evacuação de áreas de risco.
Entretanto, a eficácia do sistema depende da tecnologia dos celulares, que devem ser compatíveis com 4G ou 5G. Além disso, a cobertura de sinal ainda é um desafio em algumas regiões, onde áreas de sombra podem impedir que todos os usuários recebam os alertas. O tenente Maxwel ressaltou que os alertas oferecem uma janela de 40 minutos a 1 hora para que as pessoas busquem abrigo, enfatizando a importância de não ignorar essas notificações.
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