Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Cortes de ajuda humanitária ameaçam aumentar mortes maternas em todo o mundo, alerta OMS

Cortes drásticos em ajuda humanitária ameaçam reverter avanços em saúde materna, colocando vidas de mulheres em risco globalmente.

0:00
Carregando...
0:00

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que cortes significativos em ajuda humanitária podem aumentar o risco de morte para mulheres grávidas. Embora as mortes maternas tenham diminuído 40% no mundo entre 2000 e 2023, cerca de 260 mil mulheres ainda morreram em 2023 devido a problemas relacionados à gravidez e ao parto. Esses cortes de financiamento têm afetado serviços essenciais de saúde, levando ao fechamento de clínicas e à demissão de profissionais. A OMS destacou que a interrupção do fornecimento de medicamentos importantes, como os usados para tratar hemorragias, contribui para o aumento das mortes. Os Estados Unidos, que eram os maiores doadores de programas de saúde reprodutiva, cortaram drasticamente seus investimentos, afetando a ajuda internacional. Vários países europeus também reduziram seus orçamentos de ajuda externa. Catherine Russell, da UNICEF, ressaltou a necessidade urgente de investir em profissionais de saúde para garantir que mães e bebês tenham acesso a cuidados adequados. A pandemia de Covid-19 também piorou a situação, resultando em 40 mil mortes maternas a mais em 2021, especialmente na África Subsaariana, onde a maioria das mortes ocorre.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que cortes significativos em ajuda humanitária podem reverter os avanços em saúde materna, aumentando o risco de morte para mulheres grávidas. Apesar de uma redução de 40% nas mortes maternas globalmente entre 2000 e 2023, aproximadamente 260 mil mulheres ainda faleceram em 2023 devido a complicações relacionadas à gravidez e ao parto.

Os cortes abruptos de financiamento têm impactado diretamente os serviços essenciais de saúde materna, levando ao fechamento de clínicas e à demissão de profissionais de saúde. A OMS destacou que a interrupção das cadeias de suprimentos para medicamentos e tratamentos vitais, como os utilizados para hemorragias e pré-eclâmpsia, contribui para o aumento das mortes maternas.

Os Estados Unidos, que eram o maior doador de programas de saúde reprodutiva, implementaram cortes drásticos sob a administração anterior, afetando a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). Além disso, vários países europeus, como Reino Unido, França e Países Baixos, também reduziram seus orçamentos de ajuda externa em meio a crescentes gastos com defesa.

Catherine Russell, diretora executiva da UNICEF, enfatizou a urgência de investir em profissionais de saúde, como parteiras e enfermeiros, para garantir que mães e bebês tenham acesso a cuidados adequados. O relatório da OMS também ressaltou que a pandemia de Covid-19 resultou em um aumento de 40 mil mortes maternas em 2021, exacerbando a crise de saúde materna em regiões vulneráveis, especialmente na África Subsaariana, onde 70% das mortes maternas ocorreram.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais