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Long COVID enfrenta desafios com cortes de pesquisa nos EUA após mudanças na administração

Após pressão, ativistas reverteram cortes em pesquisas sobre long COVID, mas incertezas sobre futuros financiamentos permanecem. A situação é crítica.

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Defensores e pesquisadores de long COVID nos Estados Unidos conseguiram reverter cortes de financiamento para pesquisas sobre a condição após uma intensa campanha. O National Institutes of Health (NIH) havia cancelado vários projetos em março, mas a pressão de ativistas levou a uma rápida mudança nas decisões. No entanto, ainda há incertezas sobre futuros cortes, especialmente com a atual administração.

A situação piorou quando um porta-voz do Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) afirmou que o governo não gastaria mais recursos em uma pandemia que, segundo ele, já havia sido superada. Essa declaração gerou indignação entre os defensores de long COVID, que ressaltam que a condição ainda afeta milhões de pessoas e a economia do país. Um estudo recente estimou que cerca de 11 milhões de americanos sofrem de long COVID, resultando em perdas de mais de 152 bilhões de dólares em horas de trabalho anualmente.

Sob a liderança de Robert F. Kennedy Jr., o HHS fechou o escritório dedicado ao longo COVID e demitiu funcionários, incluindo Ian Simon, que havia expressado esperança em relação ao financiamento da pesquisa. O NIH também cortou estudos relacionados a outras doenças infecciosas, levantando preocupações sobre o futuro da pesquisa em long COVID. Os cortes incluíram projetos que investigavam a biologia da condição e suas manifestações em crianças, áreas que precisam de mais atenção.

Ativistas, como Megan Fitzgerald, expressaram choque com os cancelamentos, especialmente em relação aos estudos pediátricos, que estão atrasados em comparação com a pesquisa em adultos. A luta pela continuidade do financiamento e pela pesquisa sobre long COVID continua, com a comunidade de pacientes e pesquisadores se mobilizando para garantir que suas necessidades sejam atendidas.

Defensores e pesquisadores de long COVID nos Estados Unidos conseguiram reverter cortes de financiamento para pesquisas sobre a condição, após uma intensa campanha de advocacy. O National Institutes of Health (NIH) havia cancelado diversos projetos em março, mas a pressão de ativistas levou a uma rápida reversão das decisões. Contudo, a incerteza sobre futuros cortes ainda persiste, especialmente sob a administração atual.

A situação se agravou com a declaração de um porta-voz do Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS), que afirmou que o governo não gastaria mais recursos em uma pandemia que, segundo ele, já havia sido superada. Essa afirmação gerou indignação entre os defensores de long COVID, que destacam que a condição ainda afeta milhões de pessoas e a economia do país. Um estudo recente estimou que cerca de 11 milhões de americanos sofrem de long COVID, resultando em perdas de mais de R$ 152,6 bilhões em horas de trabalho anualmente.

Sob a liderança de Robert F. Kennedy Jr., o HHS fechou o escritório dedicado ao longo COVID e demitiu funcionários, incluindo Ian Simon, que havia expressado esperança em relação ao financiamento da pesquisa. O NIH também cortou estudos relacionados a outras doenças infecciosas, o que levanta preocupações sobre o futuro da pesquisa em long COVID. Os cortes incluíram projetos que investigavam a biologia da condição e suas manifestações em crianças, áreas que necessitam de mais atenção.

Ativistas, como Megan Fitzgerald, expressaram choque com os cancelamentos, especialmente em relação aos estudos pediátricos, que estão atrasados em comparação com a pesquisa em adultos. A luta pela continuidade do financiamento e pela pesquisa sobre long COVID continua, com a comunidade de pacientes e pesquisadores se mobilizando para garantir que suas necessidades sejam atendidas.

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