Mais de 750 coalas morreram em Victoria, Austrália, após um incêndio florestal em março de 2025. Os animais foram atingidos por helicópteros, o que gerou grande revolta entre o público e críticas de grupos de proteção animal. O incêndio, causado por um raio no Parque Nacional Budj Bim, destruiu cerca de 2.000 hectares e deixou muitos coalas feridos e sem comida. A presidente da Koala Alliance, Jess Robertson, disse que não é possível avaliar a saúde dos coalas a partir de um helicóptero. Lisa Palma, da Wildlife Victoria, criticou a operação, que foi anunciada com antecedência, e pediu que a eutanásia fosse feita de forma mais humana. O Departamento de Energia, Meio Ambiente e Ação Climática autorizou o abate, afirmando que as condições tornavam a preservação impossível. A primeira-ministra de Victoria, Jacinta Allan, apoiou a decisão, dizendo que foi baseada em avaliações detalhadas.
Milhões de pessoas se manifestaram após a morte de mais de 750 coalas em Victoria, Austrália, em um episódio trágico ocorrido após um incêndio florestal em março de 2025. Os animais foram alvejados por helicópteros, gerando forte indignação pública e críticas de organizações de defesa animal.
O incêndio, provocado por um raio no Parque Nacional Budj Bim, devastou cerca de 2.000 hectares. Vídeos nas redes sociais mostraram um coala ferido abraçando outro, intensificando a comoção entre os internautas. A presidente da Koala Alliance, Jess Robertson, afirmou que “não há como saber se um coala está debilitado a partir de um helicóptero”.
A diretora do grupo beneficente Wildlife Victoria, Lisa Palma, criticou a operação, que foi anunciada com três semanas de antecedência. Ela destacou que “qualquer método de eutanásia deve ser feito da forma mais humana possível, com a supervisão de veterinários especializados em fauna silvestre”. Após o incêndio, muitos coalas estavam “gravemente feridos, desidratados ou à beira da inanição”, devido à destruição de sua principal fonte de alimento, os eucaliptos maná.
O Departamento de Energia, Meio Ambiente e Ação Climática autorizou o abate dos animais, alegando que as condições tornavam a preservação inviável. James Todd, diretor de biodiversidade da pasta, afirmou que foram feitos esforços para proteger a vida silvestre. A primeira-ministra de Victoria, Jacinta Allan, apoiou a medida, afirmando que a decisão foi baseada em “avaliações exaustivas”.
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