Camila Pitanga, atriz de 47 anos, contou em uma entrevista que nunca fez botox ou preenchimentos faciais. Ela prefere tratamentos que ajudam a pele a produzir colágeno naturalmente, como lasers e radiofrequência. Para ela, as marcas no rosto são parte do seu trabalho. Especialistas explicaram que existem várias técnicas para estimular o colágeno, como o ultrassom microfocado, que aquece a pele e ajuda a reduzir a flacidez, e o laser híbrido, que melhora a textura e firmeza da pele. Outra opção é a radiofrequência microagulhada, que combina agulhas com calor para reorganizar as fibras de colágeno. Também existem métodos químicos, como os bioestimuladores injetáveis, que usam substâncias para provocar uma inflamação controlada e estimular o colágeno. Os especialistas afirmam que misturar diferentes técnicas pode trazer resultados ainda melhores.
Camila Pitanga, atriz de 47 anos, revelou em entrevista ao podcast “PodDelas” que nunca utilizou botox ou preenchimentos faciais. A atriz opta por tratamentos que promovem a produção natural de colágeno, como lasers e radiofrequência. Segundo ela, essa escolha está ligada à sua profissão, pois acredita que as marcas no rosto fazem parte do seu trabalho. “Prefiro os procedimentos que estimulam o colágeno, porque eles trabalham de dentro para fora”, afirmou.
Os especialistas explicaram as diferentes técnicas disponíveis para estimular o colágeno. A cirurgiã plástica Beatriz Lassance destacou o ultrassom microfocado, que aquece camadas profundas da pele, criando micropontos de coagulação que ativam a produção de colágeno e promovem efeito lifting. “O calor atinge células específicas e estimula o colágeno, ajudando a reduzir a flacidez”, explicou.
Outra técnica mencionada foi o laser híbrido, como o Hybrid CO2, que atua simultaneamente em camadas superficiais e profundas da pele. O dermatologista Abdo Salomão Jr. afirmou que essa abordagem melhora a textura, luminosidade e firmeza da pele. Além disso, a radiofrequência microagulhada, como o Morpheus MD, combina agulhamento profundo com calor interno, reorganizando as fibras de colágeno e elastina.
Os estímulos também podem ser realizados por métodos químicos, como os bioestimuladores injetáveis. A dermatologista Lilian Brasileiro explicou que substâncias como ácido polilático e hidroxiapatita de cálcio provocam uma inflamação controlada, estimulando a produção de colágeno. Essa técnica é eficaz para áreas como bochechas e mandíbula.
Os especialistas concordam que a combinação de técnicas físicas e químicas potencializa os resultados. “O estímulo é o mesmo, mas por caminhos diferentes. Quando unimos as abordagens, o resultado vai além da soma”, concluiu Beatriz Lassance.
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