O pirarucu, um dos maiores peixes de água doce do mundo, está aparecendo fora da Amazônia, em estados como Bahia, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Isso preocupa, pois ele pode ameaçar o equilíbrio ecológico e os peixes nativos dessas regiões. O pirarucu pode chegar a 3 metros de comprimento e pesar mais de 200 kg. Ele é conhecido por sua carne e escamas, que são usadas em artesanato. Este peixe tem a capacidade de respirar ar, o que o ajuda a sobreviver em ambientes com pouco oxigênio. Sua pesca é regulamentada para evitar a extinção, permitindo a captura de até 30% dos peixes adultos em áreas autorizadas. No entanto, há suspeitas de que alguns pirarucus tenham sido soltos ilegalmente, o que pode agravar os riscos ecológicos. Especialistas alertam que, sem predadores naturais, o pirarucu pode impactar negativamente as espécies locais, competindo por recursos e causando a extinção de peixes e invertebrados. Em 2024, a pesca do pirarucu foi autorizada em algumas regiões, onde ele é considerado uma espécie exótica. As autoridades recomendam que, se capturados, os peixes não sejam devolvidos ao ambiente natural, mas enviados para cativeiros ou instituições de pesquisa.
O pirarucu, um dos maiores peixes de água doce do mundo, tem sido encontrado fora de seu habitat natural na bacia amazônica, especialmente em Bahia, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Essa situação levanta preocupações sobre o impacto ecológico da espécie, que pode ameaçar o equilíbrio dos ecossistemas locais.
A pesca do pirarucu foi autorizada em algumas regiões, mas há suspeitas de soltura ilegal da espécie. Autoridades ambientais acreditam que pescadores ou criadores possam ter liberado o peixe em represas e rios, uma prática considerada ilegal. A presença do pirarucu fora de seu bioma pode afetar peixes nativos, pois não há predadores naturais para controlar sua população.
O pirarucu pode atingir até três metros de comprimento e pesar mais de duzentos quilos. Ele é conhecido por sua carne saborosa e escamas resistentes, utilizadas em artesanato. O peixe, que vive nos rios Amazonas, Xingu, Solimões, Madeira e Negro, possui a capacidade de respirar ar atmosférico, o que o ajuda a sobreviver em ambientes com baixos níveis de oxigênio.
Riscos Ecológicos
A doutora em zoologia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), Lidiane Franceschini, alerta que a ausência de predadores naturais pode levar à extinção local de espécies nativas. O pirarucu pode competir por recursos com outras espécies e impactar a pesca regional. A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil) recomenda que, uma vez capturados, os peixes não sejam devolvidos ao ambiente natural.
Em 2024, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) do Mato Grosso autorizou a pesca do pirarucu nos rios Teles Pires e Juruena, onde a espécie é considerada exótica. O preço do quilo do pirarucu varia de R$ 30,00 a R$ 300,00, dependendo do tipo de corte e qualidade. A regulamentação da pesca é fundamental para evitar a extinção da espécie e preservar os ecossistemas locais.
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