Um estudo recente da Universidade de Cambridge, publicado na revista PNAS, revelou que as mulheres são, em geral, mais empáticas que os homens. Os pesquisadores usaram um teste chamado “Teste de leitura da mente nos olhos”, que ajuda a medir a capacidade de entender as emoções dos outros. O estudo analisou dados de quase 306 mil pessoas em 57 países, incluindo Argentina, Japão e Noruega. Os resultados mostraram que, em 36 desses países, as mulheres tiveram pontuações mais altas em empatia cognitiva do que os homens. Em 21 países, as pontuações foram semelhantes entre os gêneros, mas não houve nenhum país onde os homens se saíram melhor. O estudo não conseguiu explicar por que as mulheres são mais empáticas, mas pesquisas anteriores sugerem que fatores biológicos e sociais podem influenciar essa diferença.
Um novo estudo da Universidade de Cambridge, publicado na revista *Proceedings of the National Academy of Sciences* (PNAS), confirma que as mulheres são mais empáticas que os homens em 36 dos 57 países analisados. A pesquisa utilizou o “Teste de leitura da mente nos olhos”, que mede a capacidade de reconhecer emoções e estados mentais.
Os pesquisadores avaliaram a empatia cognitiva, que é a habilidade de entender o que outra pessoa sente, e a empatia emocional, que envolve sentir as emoções do outro. O teste consiste em observar fotos da área ao redor dos olhos de indivíduos com expressões faciais específicas e identificar suas emoções.
Resultados do Estudo
Os cientistas coletaram dados de aproximadamente 306 mil pessoas em países como Argentina, Japão e Noruega. Em 36 países, as mulheres apresentaram pontuações médias mais altas em empatia cognitiva em comparação aos homens. Em 21 países, as pontuações foram semelhantes entre os gêneros. Não houve registro de países onde os homens superaram as mulheres em empatia.
O estudo não conseguiu explicar as razões para essa diferença de empatia entre os gêneros. Pesquisas anteriores sugerem que fatores biológicos e sociais podem influenciar essa habilidade. Estudos em animais e bebês também indicam que a empatia pode variar conforme o sexo.
Implicações da Pesquisa
Essas descobertas podem ajudar a entender melhor como a empatia se relaciona com problemas de saúde mental, que podem afetar homens e mulheres de maneiras diferentes. A pesquisa destaca a importância de considerar as diferenças de gênero em estudos sobre comportamento humano e saúde.
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