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Pesquisadores desenvolvem novas terapias para combater câncer infantil com PROTACs

Pesquisadores desenvolvem PROTACs para combater neuroblastoma e outras formas de câncer infantil, com ensaios clínicos previstos para breve.

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Evan Lindberg foi diagnosticado com neuroblastoma, um câncer infantil, aos três anos e faleceu em 2010. A pesquisa para tratar esse tipo de câncer tem avançado lentamente. Recentemente, cientistas estão desenvolvendo PROTACs, que são moléculas que eliminam proteínas indesejadas em células cancerígenas. Essas novas terapias podem ser mais eficazes e acessíveis. A equipe KOODAC, liderada pela oncologista Yael Mossé, está focada em criar tratamentos para neuroblastoma e outros cânceres infantis, visando proteínas que nunca foram alvo de medicamentos antes. Eles esperam iniciar ensaios clínicos em breve. O objetivo é encontrar medicamentos que não só funcionem, mas que também sejam mais fáceis de administrar e acessíveis para famílias em países com menos recursos.

Evan Lindberg, diagnosticado com neuroblastoma aos três anos, faleceu em 2010 após anos de tratamentos intensivos. A pesquisa em terapias para câncer infantil, especialmente neuroblastoma, tem avançado lentamente, com poucos medicamentos desenvolvidos especificamente para crianças.

Pesquisadores estão agora desenvolvendo PROTACs (proteolysis-targeting chimeras) para atacar proteínas indesejáveis em cânceres infantis. Essa abordagem inovadora visa eliminar proteínas associadas a doenças, ao invés de apenas inibir sua atividade. A equipe KOODAC (Knocking Out Oncogenic Drivers and Curing Childhood Cancers) espera iniciar ensaios clínicos em breve, focando em tratamentos acessíveis e eficazes.

A oncologista pediátrica Yael Mossé, que trabalha há mais de duas décadas em neuroblastoma, destaca que, apesar de alguns avanços, poucas opções de tratamento foram desenvolvidas para tumores sólidos infantis. Os PROTACs podem abrir novas possibilidades, visando proteínas que antes eram consideradas “indruggáveis”. A equipe de Mossé está focada em proteínas associadas a neuroblastoma e outros cânceres infantis, como os de cérebro, fígado e ossos.

O desenvolvimento de PROTACs representa uma mudança significativa na abordagem ao câncer, com potencial para transformar o tratamento de doenças que afetam crianças. A expectativa é que os primeiros ensaios clínicos com essas moléculas comecem nos próximos anos, trazendo esperança para famílias que enfrentam o câncer infantil.

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