A Organização Mundial da Saúde recomendou em 2024 que as pessoas pratiquem cerâmica diariamente para melhorar a qualidade de vida. Essa atividade ajuda na concentração, empatia e saúde emocional, sendo adequada para todas as idades. A cerâmica é uma arte antiga, com mais de 20 mil anos, e a peça mais antiga conhecida foi encontrada na China. Dani Mazzei, fundadora da Pangea Cerâmicas, começou a trabalhar com cerâmica em 2015 e acredita que essa prática ajuda a aliviar o estresse. A neurocientista Sendaia Laiol afirma que a cerâmica exige atenção, o que pode afastar pensamentos negativos e proporcionar momentos de meditação. Pessoas de diferentes idades, como Margarita, de 74 anos, e Luna, de 11 anos, relatam como a cerâmica melhorou suas vidas sociais e emocionais, ajudando a desenvolver paciência, persistência e habilidades motoras.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou, em 2024, a prática da cerâmica como uma atividade diária para melhorar a qualidade de vida. O relatório destaca que essa prática promove concentração, empatia e saúde emocional, sendo acessível a todas as idades.
A cerâmica, uma arte com origens que remontam a 20 mil anos, foi desenvolvida simultaneamente por diversas civilizações. A peça mais antiga foi encontrada na caverna de Xianrendong, na China, e data de 19 mil anos atrás. No Japão, as vasilhas do período Jōmon, com cerca de 13 mil anos, mostram a evolução dessa prática.
Dani Mazzei, fundadora da Pangea Cerâmicas, começou sua jornada na cerâmica em 2015, após se formar no Instituto de Ceramologia Condorhuasi. Ela destaca que a cerâmica oferece um espaço para desconectar-se do estresse cotidiano. “A prática permite que o mundo exterior pare e o presente se torne o foco”, afirma.
Benefícios da Cerâmica
A neurocientista Sendaia Laiol, da Universidade da Califórnia, explica que a cerâmica melhora a concentração, exigindo atenção constante. “Esse foco ajuda a afastar pensamentos negativos”, diz. A prática também oferece uma oportunidade meditativa, essencial em um mundo hiperestimulado.
Margarita C, de 74 anos, relata que a cerâmica transformou sua vida social e emocional. “Organizo encontros mensais e vendo minhas peças, o que me trouxe um novo círculo social”, conta. Para ela, a cerâmica é uma forma de terapia criativa que promove autoexpressão e equilíbrio emocional.
A Nova Geração
Luna, de 11 anos, começou a praticar cerâmica incentivada pela mãe, Alba. “Ela se apaixonou pela atividade e agora passa horas criando peças”, diz Alba. A prática ajudou Luna a melhorar seu relacionamento com a tecnologia, utilizando o celular apenas para buscar inspirações.
A OMS ressalta que a cerâmica estimula a paciência e a persistência, qualidades essenciais em um mundo acelerado. Além disso, a atividade promove o desenvolvimento de habilidades motoras finas e a capacidade de resolver problemas, tornando-se uma prática valiosa para todas as idades.
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