Todos os hospitais públicos no norte de Gaza estão fora de serviço, segundo o ministério da saúde controlado pelo Hamas. A situação piorou com os ataques aéreos intensificados de Israel, que cercou o último hospital em funcionamento, o indonésio, impedindo a entrada de pacientes e suprimentos. Após a destruição de outros hospitais, a saúde pública na região enfrenta uma crise grave. Israel lançou a “Operação Carroça de Gideão”, resultando em um dos ataques mais mortais em meses. Em meio a essa crise, o Hamas ofereceu liberar nove reféns em troca de um cessar-fogo de 60 dias e a libertação de prisioneiros palestinos, mas as negociações ainda não têm resultados claros. A situação continua a se desenvolver, com a comunidade internacional acompanhando de perto.
Todos os hospitais públicos no norte de Gaza estão fora de serviço, conforme informou o ministério da saúde controlado pelo Hamas. A situação se agravou com a intensificação das operações militares de Israel, que resultaram em um aumento significativo de ataques aéreos na região.
O último hospital em funcionamento, o indonésio, foi cercado por forças israelenses, que impedem a entrada de pacientes, profissionais de saúde e suprimentos. Após a destruição do Hospital de Beit Hanoun e do Hospital Kamal Adwan, a saúde pública na faixa norte de Gaza enfrenta uma crise sem precedentes.
A ofensiva israelense, chamada de “Operação Carroça de Gideão”, foi anunciada no último sábado e marca uma das ondas mais mortais de ataques em meses. O ministério da saúde local declarou que todos os hospitais públicos no norte da faixa de Gaza estão agora inoperantes.
Em meio a essa crise humanitária, o Hamas propôs a liberação de nove reféns em troca de um cessar-fogo de 60 dias e a libertação de prisioneiros palestinos. Um oficial palestino confirmou que novas negociações ocorreram no sábado, mas os desdobramentos ainda são incertos. A situação continua a evoluir, com a comunidade internacional observando atentamente os desdobramentos.
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