Pesquisadores da Universidade Binghamton descobriram que as rugas nos dedos, que aparecem após ficar muito tempo na água, são causadas pela contração dos vasos sanguíneos sob a pele, e não pelo inchaço, como se pensava antes. Essa descoberta pode ser útil na área forense, especialmente para coletar impressões digitais. O estudo, liderado pelo professor Guy German, envolveu voluntários que mergulharam os dedos em água por 30 minutos, e as rugas formadas foram analisadas. Além disso, foi observado que pessoas com lesão no nervo mediano não apresentam essas rugas, o que pode ajudar na identificação de corpos em investigações. German, que tem laços familiares com a polícia, está animado com as possibilidades dessa pesquisa e pretende continuar explorando a ciência da pele.
Pesquisadores da Universidade Binghamton revelaram que as rugas nos dedos, comuns após longos períodos submersos em água, são causadas pela contração dos vasos sanguíneos sob a pele, e não pelo inchaço, como se acreditava anteriormente. Essa descoberta pode ter implicações significativas na área forense, especialmente na coleta de impressões digitais.
O estudo, liderado pelo professor de engenharia biomédica Guy German, foi publicado no *Journal of the Mechanical Behavior of Biomedical Materials*. A pesquisa envolveu a participação de voluntários que mergulharam os dedos em água por 30 minutos. As rugas formadas foram fotografadas e analisadas, mostrando padrões consistentes em diferentes momentos. “Os vasos sanguíneos não mudam muito de posição, o que significa que as rugas se formam da mesma maneira”, explicou German.
Além disso, a equipe identificou que indivíduos com lesão do nervo mediano nos dedos não apresentam as rugas características. Essa descoberta pode ser crucial para a área forense, pois as rugas podem ajudar na identificação de corpos ou na coleta de impressões digitais em cenas de crime. German, que tem um histórico familiar ligado à polícia, expressou seu entusiasmo pela pesquisa, afirmando que se sente como uma criança em uma loja de doces diante das possibilidades científicas.
Os pesquisadores pretendem continuar a explorar a ciência da pele e suas aplicações práticas, ampliando o entendimento sobre esse fenômeno comum, mas ainda pouco compreendido.
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