Usar o botão de soneca após o alarme é algo comum, mas pode prejudicar a qualidade do sono. Estudos recentes, com a participação da Dr. Rebecca Robbins, mostram que essa prática pode levar a um sono fragmentado, afetando a memória e o humor. Em média, quem usa o botão de soneca acaba dormindo mais 11 minutos, o que representa quase uma noite de sono perdida por mês. Robbins explica que o primeiro alarme pode interromper fases importantes do sono, e o que se consegue depois é de baixa qualidade. O sono REM, que é essencial para a memória, é difícil de ser alcançado em curtos períodos. O Dr. Justin Fiala, especialista em sono, observa que a reação ao botão de soneca pode variar entre as pessoas. Aqueles que costumam ficar acordados até mais tarde podem se beneficiar de um breve sono leve, mas a falta de sono de qualidade pode afetar a cognição. A regularidade nos horários de sono é importante para evitar a confusão ao acordar. Kimberly Honn, professora de psicologia, destaca que manter um horário fixo ajuda o corpo a se adaptar e a acordar de forma mais natural. Robbins sugere que quem quer parar de usar o botão de soneca deve ajustar sua rotina matinal, acordando no último momento possível e evitando atividades desnecessárias. Usar o tempo que seria gasto com o botão de soneca para alongamentos ou um café da manhã saudável pode ser útil. A luz natural também ajuda; Honn recomenda acordar com o nascer do sol para facilitar o despertar.
A prática de usar o botão de soneca após o alarme é comum, mas pode ter consequências negativas para a qualidade do sono. Estudos recentes, coautorados pela Dr. Rebecca Robbins, indicam que essa ação pode resultar em sono fragmentado, prejudicando a função cognitiva e o humor.
A pesquisa revela que, em média, os usuários do botão de soneca gastam 11 minutos adicionais após o primeiro alarme, totalizando cerca de uma noite de sono perdida por mês. Robbins explica que o primeiro alarme pode interromper estágios vitais do sono, e o que se obtém após apertar o botão de soneca é geralmente de baixa qualidade. O sono REM, crucial para a memória e a função cognitiva, é difícil de ser alcançado novamente em breves períodos de descanso.
Por outro lado, o Dr. Justin Fiala, especialista em medicina do sono, sugere que a resposta ao botão de soneca pode variar conforme o cronotipo da pessoa. Aqueles que são “corujas” podem encontrar algum benefício em um breve período de sono leve, ajudando na transição para a vigília. Contudo, ele alerta que a falta de sono de qualidade pode aumentar o risco de comprometimento cognitivo.
A Importância da Consistência
A consistência nos horários de sono é fundamental para minimizar a inércia do sono ao acordar. Kimberly Honn, professora de psicologia, destaca que manter um horário regular de sono ajuda a evitar a sensação de confusão ao acordar. O corpo se adapta a ciclos de sono, permitindo um despertar mais natural e energizado.
Robbins recomenda que aqueles que desejam abandonar o hábito de soneca ajustem suas rotinas matinais. Definir o alarme para o horário mais tardar possível e eliminar atividades desnecessárias pode ajudar. Além disso, utilizar o tempo que seria gasto com o botão de soneca para práticas que promovam a vigília, como alongamentos ou um café da manhã saudável, pode ser benéfico.
A luz natural também desempenha um papel importante. De acordo com Honn, sincronizar o alarme com o nascer do sol pode ajudar o corpo a acordar de forma mais natural, sinalizando que é hora de se levantar.
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