O projeto Litro de Luz, que fornece iluminação para áreas sem eletricidade, receberá apoio da Audi entre 26 e 30 de junho. Durante esse período, três comunidades na Amazônia, Santa Isabel, São Francisco e Nova Esperança do Apuaú, serão atendidas com 199 soluções de energia, incluindo lampiões e postes solares, com um investimento de mais de R$ 1 milhão. A Audi é parceira do projeto desde 2022 e, por meio de uma análise das comunidades, identificou aquelas com acesso limitado à energia elétrica. Os lampiões têm autonomia de até 14 horas e os postes iluminam áreas de até 80 metros quadrados. Os equipamentos são montados por voluntários e visam ajudar as cerca de 2 milhões de pessoas no Brasil que ainda não têm acesso à eletricidade.
O projeto Litro de Luz, que oferece soluções de iluminação para comunidades sem acesso à eletricidade, receberá apoio da Audi entre os dias 26 e 30 de junho. A iniciativa atenderá três comunidades na Amazônia: Santa Isabel, São Francisco e Nova Esperança do Apuaú, beneficiando 177 famílias com lampiões e 22 postes solares. O investimento da montadora ultrapassa R$ 1 milhão.
As comunidades foram selecionadas com base em dados da ONG Litro de Luz, que identificou áreas com acesso limitado à rede elétrica. A ONG estima que um poste solar pode iluminar uma área de 80 metros quadrados e possui autonomia de três noites. Os lampiões, que também contam com painel solar, têm autonomia de 14 horas.
A Audi, por meio da Audi Environmental Foundation, já investiu mais de R$ 1 milhão no projeto, incluindo logística e instalação dos equipamentos. A ONG destaca que o custo de uma ação em áreas remotas é significativamente menor do que em metrópoles. Em áreas urbanas, uma instalação com 30 postes solares pode custar R$ 120 mil, enquanto uma ação com 150 lampiões em regiões remotas gira em torno de R$ 250 mil.
Essas iniciativas visam atender a uma população que, segundo dados de 2019 do Ministério de Minas e Energia, ainda conta com cerca de 2 milhões de brasileiros sem acesso à eletricidade. A combinação de energia solar com materiais reaproveitados, como garrafas PET, é uma das soluções adotadas pelo projeto.
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