Uma mulher de 75 anos, Cleuza Maria de Jesus Dias, morreu após complicações de saúde por causa de uma torta de frango que comeu em Belo Horizonte. Ela estava internada em estado grave desde 22 de abril. Outras duas pessoas que comeram a mesma torta, a sobrinha de Cleuza, Fernanda de 23 anos, e seu namorado, José Vitor, de 24, também estão hospitalizadas. As autoridades estão investigando uma possível intoxicação alimentar. Exames feitos em 20 de maio não encontraram toxina botulínica nas vítimas, mas novos testes estão sendo realizados. A padaria que vendeu a torta foi interditada pela Vigilância Sanitária. Os familiares disseram que a comida tinha um gosto ruim, o que os levou a voltar ao local. O padeiro afirmou que os produtos foram feitos dois dias antes e estavam congelados, mas não apresentou sintomas. A investigação continua.
Uma mulher de 75 anos, Cleuza Maria de Jesus Dias, faleceu nesta terça-feira após complicações de saúde relacionadas ao consumo de uma torta de frango em Belo Horizonte. A idosa estava internada no Centro de Terapia Intensiva do Hospital MedSênior Pampulha desde 22 de abril. Outras duas pessoas que também consumiram o alimento permanecem hospitalizadas.
As vítimas, a sobrinha de Cleuza, Fernanda Isabella de Morais Nogueira, de 23 anos, e seu namorado, José Vitor Carrilho Reis, de 24, apresentaram sintomas graves após retornarem para Sete Lagoas, onde foram internados. As autoridades estão investigando a possível intoxicação alimentar. Amostras clínicas dos pacientes e do alimento suspeito foram coletadas e enviadas ao Instituto Adolfo Lutz, referência nacional para botulismo.
Exames realizados no dia 20 de maio descartaram a presença de toxina botulínica nas três vítimas. No entanto, novos testes estão em andamento, sem previsão de conclusão. Os pacientes receberam soro para botulismo como medida preventiva devido aos sintomas apresentados.
A padaria responsável pela venda da torta, localizada no bairro Serrano, está interditada desde 23 de abril pela Vigilância Sanitária. Os familiares relataram que a comida tinha um gosto ruim, levando-os a retornar ao estabelecimento. O padeiro, que afirmou que os produtos foram feitos dois dias antes e estavam congelados, não apresentou sintomas de mal-estar após o consumo. A investigação continua em busca de esclarecimentos sobre o caso.
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