Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Cientistas utilizam gás xenônio para acelerar aclimatação em escalada no Everest

Alpinistas usam gás xenônio para aclimatação no Everest, enquanto cientistas lutam para preservar laboratório vital sobre poluição do ar.

0:00
Carregando...
0:00

Quatro alpinistas se tornaram os primeiros a chegar ao cume do Monte Everest usando gás xenônio para ajudar na aclimatação à baixa quantidade de oxigênio. Eles passaram cinco dias em Londres em tendas que simulavam as condições de alta altitude antes de iniciar a escalada. O gás xenônio ajuda a evitar o mal da altitude, tornando a subida mais segura e rápida, o que também pode reduzir o impacto ambiental das expedições. Enquanto isso, cientistas nos Estados Unidos estão tentando salvar um laboratório importante para estudar os efeitos da poluição do ar na saúde humana, após o governo cancelar o contrato com a universidade que abriga o local. O laboratório é essencial para a pesquisa sobre padrões de qualidade do ar, segundo especialistas.

Quatro alpinistas se tornaram os primeiros a alcançar o cume do Monte Everest utilizando gás xenônio para aclimatação. A expedição ocorreu em cinco dias, após a equipe simular condições de alta altitude em Londres. O montanhista e organizador da expedição, Lukas Furtenbach, afirmou que o xenônio melhora a aclimatação e protege o corpo contra o mal da altitude, tornando a escalada mais segura e rápida.

A técnica de aclimatação com gás xenônio pode também reduzir o impacto ambiental das expedições, segundo Furtenbach. A prática tradicional exige semanas de adaptação, o que gera um maior consumo de recursos e resíduos na montanha.

Desafios da Pesquisa

Enquanto isso, cientistas nos Estados Unidos enfrentam um desafio significativo. O governo cancelou o contrato de locação do Human Studies Facility, um laboratório essencial para estudos sobre poluição do ar e saúde humana. A Agência de Proteção Ambiental (EPA) está se preparando para deixar as instalações, que são vitais para a pesquisa sobre padrões de qualidade do ar.

Dan Costa, ex-toxicólogo da EPA, destacou a importância do laboratório, afirmando que “praticamente todos os padrões de qualidade do ar que temos hoje são baseados em evidências desse centro de exposição.” A perda desse espaço pode comprometer futuras pesquisas sobre os efeitos da poluição na saúde pública.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais